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NOSSO FIEL COMPROMISSO COM A VERDADE

domingo, 31 de janeiro de 2016

Lula mostra os documentos e prova a armação do “triplex do Guarujá”



Acabou a palhaçada, agora seus "jumentos" que estão soltos no "pasto" querendo sabotar o Brasil pedindo a prisão do Lula, voltem para suas cocheiras. Lula será presidente em 2018, podem tentar, mas estamos aqui atentos e preparados para outras tentativas de golpe. A alienação coletiva propagada pela Rede esgoto de televisão, ( GLOBOLIXO ). Essa organização criminosa que apoia o golpe com interesse nos governos ( PSDB, DEM, PSB e PMDB ), e atendam seus caprichos de um regime de ditadura, faz  do povo zumbi com um lixo de programação com intuito claro de imbecilizar a sociedade.



Como os adversários de Lula e sua imprensa tentam criar um escândalo a partir de invencionices. Entenda, passo a passo, mais uma armação contra o ex-presidente.

Abril de 2005

Marisa Letícia Lula da Silva assina o “Termo de Adesão e Compromisso de Participação” com a Bancoop – Habitacional dos Bancários de São Paulo.

A cláusula 1a. do Termo de Adesão diz: “O objetivo da Bancoop é proporcionar a seus associados a aquisição de unidades habitacionais pelo sistema de autofinanciamento, a preço de custo”.

O que isso significa?

Que Marisa Letícia tornou-se associada à Bancoop e adquiriu uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar Cantábrico, na praia de Astúrias,  em Guarujá, balneário de classe média no litoral de São Paulo.

Como fez para cada associado, a Bancoop reservou previamente uma unidade do futuro edifício. No caso, o apartamento 141, uma unidade padrão, com três dormitórios (um com banheiro) e área privativa de 82,5 metros quadrados.




Maio de 2005 a setembro de 2009


 Marisa Letícia paga a entrada de R$ 20 mil, as prestações mensais e intermediárias do carnê da Bancoop, até setembro de 2009. Naquela altura, a Bancoop passava por uma crise financeira e estava transferindo vários de seus projetos a empresas incorporadoras, entre as quais, a OAS.

Quando o empreendimento Mar Cantábrico foi incorporado pela OAS e passou a se chamar Solaris, os pagamentos foram suspensos, porque Marisa Letícia deixou de receber boletos da Bancoop e não aderiu ao contrato com a nova incorporadora.

O que isso significa?

1)  Que a família do ex-presidente investiu R$ 179.650,80 na aquisição de uma cota da Bancoop. Em setembro de 2009, este investimento, corrigido, era equivalente a R$ 209.119,73. Em valores de hoje, R$ 286.479,32. Portanto, a família do ex-presidente pagou dinheiro e não recebeu dinheiro da Bancoop.

2)  Que, mesmo não tendo aderido ao novo contrato com a incorporadora OAS, a família manteve o direito de solicitar a qualquer tempo o resgate da cota de participação na Bancoop e no empreendimento.

3)  Que, não havendo adesão ao novo contrato, no prazo estipulado pela assembleia de condôminos (até outubro de 2009), deixou de valer a reserva da unidade 141 (vendida mais tarde pela empresa a outra pessoa, conforme certidão no registro de imóveis).






Março de 2006 a março de 2015


Na condição de cônjuge em comunhão de bens, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ao Imposto de Renda regularmente a cota-parte do empreendimento adquirida por sua esposa Marisa Letícia, de acordo com os valores de pagamento acumulados a cada ano.

A cota-parte também consta da declaração de bens de Lula como candidato à reeleição, registrada no TSE em 2006, que é um documento público e já foi divulgado pela imprensa.

O que isso significa?

Que o ex-presidente jamais ocultou seu único e verdadeiro patrimônio no Guarujá: a cota-parte da Bancoop.


# Site do TSE







2014-2015

Um ano depois de concluída a obra do Edifício Solaris, o ex-presidente Lula e Marisa Letícia, visitam, junto com o então presidente da empresa incorporadora OAS, Léo Pinheiro, uma unidade disponível para venda no condomínio.

Era o apartamento tríplex 164-A, com 215 metros de área privativa: dois pavimentos de 82,5 metros quadrados e um de 50 metros quadrados. Por ser unidade não vendida, o 164-A estava (e está) registrado em nome da OAS Empreendimentos S.A, matrícula 104.801 do cartório de imóveis de Guarujá.

Lula e Marisa avaliaram que o imóvel não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava.

Foi a única ocasião em que o ex-presidente Lula esteve no local.

Marisa Letícia e seu filho Fábio Luís Lula da Silva voltaram ao apartamento, quando este estava em obras. Em nenhum momento Lula ou seus familiares utilizaram o apartamento para qualquer finalidade.

A partir de dezembro de 2014, o apartamento do Guarujá tornou-se objeto de uma série de notícias na imprensa, a maior parte delas atribuindo informações a vizinhos ou funcionários do prédio, nem sempre identificados, além de boatos e ilações visando a associar Lula às investigações sobre a Bancoop no âmbito do Ministério Público de São Paulo.

Durante esse período, além de esclarecer que Marisa Letícia era dona apenas de uma cota da Bancoop, a Assessoria de Imprensa do Instituto Lula sempre  informou aos jornalistas que a família estava avaliando se iria ou não comprar o imóvel.

As falsas notícias chegam ao auge em 12 de agosto de 2015, quando O Globo, mesmo corretamente informado pela Assessoria do Instituto Lula, insiste em atribuir ao ex-presidente a propriedade do apartamento. Em evidente má-fé sensacionalista, O Globo chamou o prédio de Edifício Lula na primeira página de 13 de agosto.

O jornal mentiu ao fazer uma falsa associação entre investimentos do doleiro Alberto Youssef numa corretora de valores e o contrato da OAS com o agente fiduciário do projeto Solaris, com a deliberada intenção de ligar o nome de Lula às investigações da Lava Jato. O editor-chefe do jornal e os repórteres que assinam a reportagem estão sendo processados por Lula em grau de recurso.





26 de novembro de 2015


Marisa Letícia Lula da Silva assina o “Termo de Declaração, Compromisso e Requerimento de Demissão do Quadro de Sócios da Seccional Mar Cantábrico da Bancoop”.
Como se trata de um formulário padrão, criado na ocasião em que os associados foram chamados a optar entre requerer a cota ou aderir ao contrato com a OAS (setembro e outubro de 2009), ao final do documento consta o ano de 2009.
A decisão de não comprar o imóvel e pedir o resgate da cota já havia sido divulgada pela Assessoria de Imprensa do Instituto Lula, em mensagem à Folha de S. Paulo, no dia 6 de novembro.
O que isso significa?
Que a família do ex-presidente Lula solicitou à Bancoop a devolução do dinheiro aplicado na compra da cota-parte do empreendimento, em 36 parcelas, com um desconto de 10% do valor apurado, nas mesmas condições de todos os associados que não aderiram ao contrato com a OAS em 2009.
A devolução do dinheiro aplicado ainda não começou a ser feita.







Por que a família desistiu de comprar o apartamento?


Porque, mesmo tendo sido realizadas reformas e modificações no imóvel (que naturalmente seriam incorporadas ao valor final da compra), as notícias infundadas, boatos e ilações romperam a privacidade necessária ao uso familiar do apartamento.

A família do ex-presidente Lula lamenta que notícias falsas e ações sem fundamento de determinados agentes públicos tenham causado transtornos aos verdadeiros condôminos do Edifício Solaris.

Janeiro de 2016

A revista Veja publica entrevista do promotor Cássio Conserino, do MP de São Paulo, na qual ele afirma que vai denunciar Lula e Marisa Letícia pelos crimes de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, no curso de uma ação movida contra a Bancoop.

Trata-se de um procedimento que se arrasta há quase dez anos, do qual Lula e sua família jamais foram parte, e que é sistematicamente ressuscitado na imprensa em momentos de disputa política envolvendo o PT.

Além de infundada, a acusação leviana do promotor desrespeitou todos os procedimentos do Ministério Público, pois Lula e Marisa sequer tinham sido ouvidos no processo. A intimação para depoimento só foi expedida e entregue na semana seguinte à entrevista.

No dia 27 de janeiro, a Polícia Federal deflagrou a Operação Triplo X, que busca estabelecer uma conexão entre o Edifício Solaris e as investigações da Lava Jato, reproduzindo dados da ação dos promotores de São Paulo.

Diferentemente do que fazem crer os pedidos de prisão e de busca apresentados ao juiz Sergio Moro pela força-tarefa da Lava Jato, as novidades do caso, alardeadas pela imprensa, já estavam disponíveis há meses para qualquer pessoa interessada em investigar esquemas de lavagem de dinheiro – seja policial, procurador ou jornalista "investigativo".

A existência de apartamentos tríplex registrados em nome da offshore Murray e a ligação desta com a empresa panamenha Mossack Fonseca constam, pelo menos desde agosto passado, da ação que corre em São Paulo. Foram anexadas por um escritório de advocacia que atua em favor de ex-cotistas da Bancoop.

O mesmo escritório de advocacia anexou a identificação e os endereços dos supostos representantes da Murray e da Mossack Fonseca no Brasil.

Mesmo que tenham vindo a público agora, em meio a um noticiário sensacionalista, estes fatos nada têm a ver com o ex-presidente Lula, sua família ou suas atividades, antes, durante ou depois de ter governado o País. Lula sequer é citado nos pedidos da Força-Tarefa e na decisão do juiz Moro.

O que isso significa?

1)  Que fracassaram todas as tentativas de envolver o nome do ex-presidente no processo da Lava Jato, apesar das expectativas criadas pela imprensa, pela oposição e por alguns agentes públicos partidarizados, ao longo dos últimos dois anos.

2)  Que fracassaram ou caminham para o fracasso outras tentativas de envolver o ex-presidente com denúncias levianas alimentadas pela imprensa, notoriamente a suposta “venda de Medidas Provisórias”, plantada pelo Estado de S. Paulo no âmbito da Operação Zelotes.

3)  Que aos adversários de Lula – duas vezes eleito presidente do Brasil, maior líder político do País, responsável pela maior ascensão social de toda a história – restou o patético recurso de procurar um crime num apartamento de 215 metros quadrados, que nunca pertenceu a Lula nem a sua família.

A mesquinhez dessa “denúncia”, que restará sepultada nos autos e perante a História, é o final inglório da maior campanha de perseguição que já se fez a um líder político neste País.

Sem ideias, sem propostas, sem rumo, a oposição acabou no Guarujá. Na mesma praia se expõem ao ridículo uma imprensa facciosa e seus agentes públicos partidarizados.

A Globolixo vai à França reclamar de prêmio Honoris Causa de Lula e passa vergonha


Não pode passar batido um dos momentos mais ridículos do jornalismo brasileiro. Acredite quem quiser, mas órgãos de imprensa brasileiros como o jornal O Globo mandaram repórteres à França para reclamar com Richard Descoings, diretor do instituto francês Sciences Po, por escolher o ex-presidente Lula para receber o primeiro título Honoris Causa que a instituição concedeu a um latino-americano.

A informação é do jornal argentino Pagina/12 e do próprio Globo, que, através da repórter Deborah Berlinck, chegou a fazer a Descoings a seguinte pergunta: “Por que Lula e não Fernando Henrique Cardoso, seu antecessor, para receber uma homenagem da instituição?”
No relato da própria repórter de O Globo ,que fez essa pergunta constrangedora, havia a insinuação de que o prêmio estaria sendo concedido a Lula porque o grupo de países chamados Bric’s (Brasil, Rússia, Índia e China) estuda ajudar a Europa financeiramente, no âmbito da crise econômica em que está mergulhada a região.

A jornalista de O Globo não informa de onde tirou a informação. Apenas a colocou no texto. Não informou se “agrados” parecidos estariam sendo feitos aos outros Bric’s. Apenas achou e colocou na matéria que se pretende reportagem e não um texto opinativo. Só esqueceu que o Brasil estar em condição de ajudar a Europa exemplifica perfeitamente a obra de Lula.

Segundo o relato do jornalista argentino do Pagina/12, Martín Granovsky, não ficou por aí. Perguntas ainda piores seriam feitas.
Os jornalistas brasileiros perguntaram como o eminente Sciences Po, “por onde passou a nata da elite francesa, como os ex-presidentes Jacques Chirac e François Mitterrand”, pôde oferecer tal honraria a um político que “tolerou a corrupção” e que chamou Muamar Khadafi de “irmão”, e quiseram saber se a concessão do prêmio se inseria na política da instituição francesa de conceder oportunidades a pessoas carentes.

Descoings se limitou a dizer que o presidente Lula mudou seu país e sua imagem no mundo. Que o Brasil se tornou uma potência emergente sob Lula. E que por ele não ter estudo superior sua trajetória pareceu totalmente “em linha” com a visão do Sciences Po de que o mérito pessoal não deve vir de um diploma universitário.

O diretor do Science Po ainda disse que a tal “tolerância com corrupção” é opinião, que o julgamento de Lula terá que ser feito pela história levando em conta a dimensão de sua obra (eletrificação de favelas e demais políticas sociais). Já o jornalista argentino perguntou se foi Lula quem armou Khadafi e concluiu para a missão difamadora da “imprensa” tupiniquim: “A elite brasileira está furiosa”.



O dia em que Brizola ferrou com a Rede esgoto de televisão 




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BB Iniciará segunda-feira, 1º de fevereiro, R$ 10 bilhões para o pré-custeio da safra



BRASÍLIA


O Banco do Brasil informou que vai disponibilizar, a partir da próxima segunda-feira, 1º de fevereiro, R$ 10 bilhões a juros subsidiados pelo governo para o pré-custeio da safra 2016/17. A presidente Dilma Rousseff inclusive anunciou esses recursos como parte dos R$ 83 bilhões em medidasde crédito para tentar reanimar a economia brasileira.

Esse crédito será concedido dentro de linhas vigentes no atual Plano Safra 2015/16, tanto para o custeio agrícola, a 8,75% ao ano e até o limite de R$ 1,2 milhão por produtor, quanto para médios produtores no âmbito do programa Pronamp, a 7,75% ao ano até o teto de R$ 710 mil por tomador.

Geralmente, os agricultores tomam esses recursos no chamado período de pré-custeio, entre abril e junho de cada ano, que são usados para antecipar as compras de insumos como fertilizantes e defensivos que serão utilizados na safra seguinte.

No primeiro semestre do ano passado, no entanto, o Banco do Brasil dispunha de apenas R$ 4 bilhões a juros subsidiados, enquanto a demanda geral do mercado era por R$ 7 bilhões.

A decisão do banco à época foi conceder financiamentos ao agronegócio por meio de um “mix” de recursos, que incluía depósitos à vista e poupança rural (fontes de recursos controlados), mas também recursos próprios, o que fez as taxas alcançarem até 10% ao ano, contra os 6,5% ao ano praticados para a modalidade custeio dentro do Plano Safra daquela temporada, 2014/15

 Segundo o banco em nota divulgada nesta sexta-feira, a disponibilidade dos R$ 10 bilhões “resulta de uma combinação de fatores relacionados”, principalmente, à elevação da exigibilidade da poupança rural de 72% para 74%, na safra 2015/2016. Trata-se do percentual de recursos da poupança que os bancos precisam direcionar ao crédito rural, conforme norma do Banco Central. “Esse fator, conjugado com ações de premiação, comunicação e mobilização da rede de agências do Banco do Brasil, propiciou o crescimento dos saldos da modalidade no período de junho a dezembro de 2015, permitindo assim o atendimento das demandas de crédito rural”, acrescentou o BB.

Há duas semanas, o Valor mostrou, contudo, que além da estratégia comercial bem-sucedida do banco, os R$ 10 bilhões só puderam ser ofertados porque o governo montou uma engenharia financeira para ampliar o volume de recursos no crédito rural sem que os subsídios apareçam explicitamente no orçamento federal. Essa foi uma das primeiras medidas da nova gestão do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, para reativar a economia com a ajuda dos bancos públicos.

No último dia do ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) mudou as regras de cálculo das aplicações compulsórias em agricultura das captações em poupança rural, que na prática permitiram que o Banco do Brasil libere cerca de R$ 12 bilhões que estavam retidos no Banco Central - o que não seria possível sem a regra.

No último dia do ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) mudou as regras de cálculo das aplicações compulsórias em agricultura das captações em poupança rural, que na prática permitiram que o Banco do Brasil libere cerca de R$ 12 bilhões que estavam retidos no Banco Central - o que não seria possível sem a regra.

A engenharia financeira, segundo explicou a Fazenda, vai poupar estimados R$ 815 milhões em pagamentos de subsídios pelo Tesouro Nacional, que poderiam dificultar ainda o cumprimento da meta de superávit primário deste ano.

Mas, pelo que tudo indica, o governo não deixará de bancar os subsídios – só não o fará for meio do Orçamento, mas sim por meio dos chamados subsídios implícitos. O BC vai liberar recursos retidos do crédito rural, mas será obrigado a enxugar o excesso de liquidez por meio de operações compromissadas.

O subsídio implícito é a diferença entre o que o BC paga sobre os depósitos retidos, iguais à remuneração da caderneta de poupança, e a taxa Selic, paga nas operações compromissadas que recolhem excesso de dinheiro em circulação na economia.

  Apenas essa engenharia propiciou ao Banco do Brasil contar com R$ 2,6 bilhões a mais para emprestar apenas no âmbito do Pronamp, linha que agora contará com mais recursos além dos R$ 6 bilhões previstos no lançamento do Plano Safra 2015/16 em junho do ano passado.



***

sábado, 30 de janeiro de 2016

Sal Nelore Moído


Fundada em 1983 é uma empresa de grande referencial no ramo salineiro. Com mais de 30 anos de existência.





Linha completa de Sal para atender as diferentes necessidades dos clientes, e atender com qualidade. Todo o processo produtivo, desde a colheita do Sal “in natura” até o empacotamento, é automatizado e sem contato manual, possui também laboratório próprio proporcionando um controle rigoroso na qualidade do Sal.


A empresa produz Sal para consumo humano, industrial e animal, comercializando mais de 120.000 toneladas de Sal Marinho por ano. O último grande investimento da empresa, em 2012, foi à instalação de uma moderna Refinaria de Sal com sistema de secagem “leito fluidizado” que possui tecnologia do exterior, com isso, minimizou o impacto ambiental na natureza, além de produzir um Sal de qualidade excelente e garantida.


SAL MASTER REFINADO

Apresentação: Fardo de 30x1kg e 10x1kg
Embalagem: Polietileno (espessura de alta resistência)
Característica: Refinado, torrado, peneirado, iodado,
grão ultrafino e uniforme de alta fluidez, sem umidade.
Indicação: Consumo humano, mesa, cozinha.
(ideal para saleiro).
Código de Barras 1kg: 7898002360115
Código NCM: 25010020


SAL MASTER GRILL GROSSO

Apresentação: Fardo de 30x1kg e 10x1kg
Embalagem: Polietileno (espessura de alta resistência)
Característica: Peneirado, granulado, iodado.
Indicação: Utilizado no preparo de carnes para
churrasco e receitas onde o sal grosso de qualidade
especial é exigido.
Código de Barras 1kg: 7896678400371
Código NCM: 25010020


Consumo Industrial


SAL MASTER REFINADO IODADO

Apresentação: Saca de 25kg.
Embalagem: Polietileno, valvulado
(espessura de alta resistência)
Característica Refinado, torrado,
peneirado, iodado, grão ultrafino e
uniforme de alta fluidez, sem umidade.
Indicação: Indústria alimentícia, biscoitos,
temperos, queijos, iogurtes, conservas,
laticínios entre outros.
Código de Barras: Indisponível
Código NCM: 25010090


SAL MASTER REFINADO NÃO IODADO

Apresentação: Saca de 25kg.
Embalagem: Polietileno, valvulado
(espessura de alta resistência)
Característica: Refinado, torrado,
peneirado, grão ultrafino e uniforme de
alta fluidez, sem umidade.
Indicação: Especialmente desenvolvido
para uso na indústria têxtil, beneficiando a
aplicação dos corantes ao tecido. O sal
refinado sem iodo é ideal para preparo de
alimentos onde o iodo possa comprometer
o produto final.
Código de Barras: Indisponível
Código NCM: 25010090


Eliezer Rocha:
  • Cel..:     (34) 98860- 8035 - Vivo 
  • Whats: (34) 99166-2029 - Tim   
  • E-mail:  eliezer.rep@outlook.com
  • Skype:  eliezerrocha@outlook.com
  • End.: Av: Afonso Pena, 1305 sala 05 CEP 38400-706 Uberlândia-MG  Fax: 34 3305 4293 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Quaresma aumenta o consumo de peixe

O consumo de peixes aumenta no período da Quaresma, já que os fiéis trocam a carne pelo pescado.


A procura por pescados deve crescer próximo de 15% nos próximos 40 dias. E com o aumento do consumo, o valor também sobe.



Com o início da quaresma muitos  deixam de comer carne, principalmente a carne vermelha. Com isso, o peixe passa a ser o prato principal em muitas casas. Para muitas donas de casas é uma tradição ensinada pelos pais ao longo dos anos.  Não pode faltar.
O nosso foco é atender:
Restaurantes, Restaurantes de Hotéis, Redes de Supermercados, Bares etc.

O ideal para estes estabelecimentos comerciais é antecipar os pedidos para que no auge do consumo não venha faltar pescados para atender os seus clientes.

Nós oferecemos uma condição extraordinária para nossos clientes que é a poção de fechar pedidos antecipados com entregas programadas e valores pré estabelecidos. 

A nossa lista de opções de pescados e frutos do mar é extensa. Trabalhamos com Camarões, Bacalhau, Salmão Fresco e congelado, temos opções de pescados de água doce quanto de salgada.


Filé de Tilápia



Nosso Filé de Tilápia é drenado 100% de aproveitamento, zero de espinhos corte em "V".
100 % Tanque Rede.

Os peixes são abatidos com imersão em água gelada com temperatura próximo de zero grau, garantindo a conservação do produto.

Para maiores informações estamos a disposição nos contatos abaixo. 
Para cadastro junto ao Frigorífico passe o CNPJ por E-mail ou telefone que faremos o cadastro o mais rápido possível.


Eliezer Rocha:

  • Cel..: (34) 98860- 8035 - Vivo  
  • Cel..: (34) 99166-2029 - Tim – WhatsApp    
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O comportamento da mídia nativa é o sintoma mais preciso da decadência do Brasil




Isto não é jornalismo


Incomodavam-me, em outros tempos, os sorrisos do sambista e do futebolista. Edulcorados pela condescendência de quem se crê habilitado à arrogância. Superior, com um toque de irônica tolerância. Ou, por outra: um sorriso vaidoso e gabola.

Agora me pergunto se ainda existem sambistas e futebolistas capazes daquele sorriso. Foi, aos meus olhos, por muito tempo, o sinal de desforra em relação ao resto do mundo, a afirmação de uma vantagem tida como indiscutível. Incomodou-me, explico, considerar que a vantagem do Brasil, enorme, está nos favores recebidos da natureza e atirados ao lixo pela chamada elite, que desmandou impunemente.

Quanto ao sambista e ao futebolista, não estavam ali por acaso. Achavam-se os tais, e os senhores batiam palmas. Enxergavam neles os melhores intérpretes do País e no Carnaval uma festa para deslumbrar o mundo.

O Brasil tinha outros méritos. Escritores, artistas, pensadores, respeitabilíssimos. Até políticos. Ocorre-me recordar a programação do quarto centenário de São Paulo, em 1954, representativa de uma metrópole de pouco mais de 2 milhões de habitantes e equipada para realizar um evento que durou o ano inteiro sem perder o brilho.

Lembro momentos extraordinários, a partir da presença de telas de Caravaggio em uma exposição do barroco italiano apresentada no Ibirapuera recém-inaugurado, até um festival de cinema com a participação de delegações dos principais países produtores.

A passar pela visita de William Faulkner disposto a trocar ideias com a inteligência nativa. Não prejudicaram a importância da presença do grande escritor noitadas em companhia de Errol Flynn encerradas ao menos uma vez pelo desabamento do primeiro Robin Hood de Hollywood na calçada do Hotel Esplanada.

A imprensa servia à casa-grande, mas nela militavam profissionais de muita qualidade, nem sempre para relatar a verdade factual, habilitados, contudo, a lidar desenvoltos com o vernáculo. Outra São Paulo, outro Brasil.

Este dos dias de hoje está nos antípodas, é o oposto daquele. A despeito da irritação que então me causava o sorriso do futebolista e do sambista, agora lamento a sua falta, tratava-se de titulares de talentos que se perderam.

Vivemos tempos de incompetência desbordante, de irresponsabilidade, de irracionalidade. De decadência moral, de descalabro crescente. Falei em 1954: foi também o ano do suicídio de Getúlio Vargas, alvejado pelo ataque reacionário urdido contra quem dava os primeiros passos de uma industrialização capaz de gerar proletariado, ou seja, cidadãos conscientes de sua força, finalmente egressos da senzala.


Não cabe, porém, comparar Carlos Lacerda com os golpistas atuais, alojados na mídia, grilos falantes dos barões, a serviço do ódio de classe. Lacerda foi mestre na categoria vilão, excelente de fala e de escrita.

Os atuais tribunos de uma pretensa, grotesca aristocracia, são pobres-diabos a naufragar na mediocridade. Muitos deles, como Lacerda, começaram na vida adulta a se dizerem de esquerda, tal a única semelhança. Do meu lado, sempre temi quem parte da esquerda para acabar à direita.

Os sintomas do desvario reinante multiplicam-se, dia a dia. Alguns me chamam atenção. Leio, debaixo de títulos retumbantes de primeira página, que o ex-ministro Gilberto Carvalho admitiu ter recebido certo lobista.

Veicula-se a notícia como revelação estarrecedora, e só nas pregas do texto informa-se que Carvalho convidou o visitante a procurar outra freguesia. De todo modo, vale perguntar: quantos lobistas passam por gabinetes ministeriais ao praticar simplesmente seu mister? Mesmo porque, como diria aquela personagem de Chico Anysio, advogado advoga, médico medica, lobista faz lobby.

Outro indício, ainda mais grave, está na desesperada, obsessiva busca de envolver Lula em alguma mazela, qualquer uma serve. Tanto esforço é fenômeno único na história contemporânea de países civilizados e democráticos. Não é difícil entender que a casa-grande está apavorada com a possibilidade do retorno de Lula à Presidência em 2018, mesmo o mundo mineral percebe.

Mas até onde vai a prepotência insana, ao desenrolar o enredo de um apartamento triplex à beira-mar que Lula não comprou? A quem interessa a história de um imóvel anônimo? Que tal falarmos dos iates, dos jatinhos, das fazendas, dos Rolls-Royce que o ex-presidente não possui?


Este não é jornalismo. Falta o respeito à verdade factual e tudo é servido sob forma de acusação em falas e textos elaborados com transparente má-fé. Na forma e no conteúdo, a mídia nativa age como partido político. ( CartaCapital ).





♫♪...Um homem veio em nome do amor,Um homem veio e foi,Um homem veio para justificar,Ele veio para subverter...♪♫



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Neymar é denunciado pelo MPF por sonegação fiscal e falsidade ideológica




O atacante Neymar foi denunciado pelo Ministério Público Federal pelos crimes de sonegação fiscal e falsidade ideológica. O pai do jogador, Neymar da Silva Santos, o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rossell, e o atual mandatário, Josep Maria Bartomeu. A denuncia é sobre os valores recebidos pela empresa do jogador, a NR Sports, do clube espanhol, em 2013.

A informação foi publicada pelo Globoesporte.com. A assessoria de imprensa do Ministério Público Federal não confirmou porque o processo corre em sigilo de Justiça

O Barcelona já admitiu ter pago 40 milhões de euros a empresa de Neymar, valor que nem sequer passou pelo Santos - o clube alvinegro sempre disse ter recebido 17,1 milhões de euros pel a venda do atacante ao clube espanhol, em maio de 2013.

A equipe da Catalunha, por sua vez, sempre disse ter gasto 57,1 milhões de euros, valor que englobaria as duas quantias. A transação também é investigada na Espanha.

Ainda segundo a reportagem, a Receita Federal multou o jogador por não ter declarado os valores de forma oficial. No ano passado, a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 188 milhões por dolo, fraude e simulação de operações para tentar enganar o Fisco e sonegar impostos.

Na época, o pai de Neymar informou por meio de uma nota que o filho e a empresa da família não tinha qualquer pendência com a ReceitaFederal é que todos os valores tinham sido declarados. Dessa vez, ao atender contato do ESPN.com.br, o estafe do craque informou não ter sido notificado pelo Ministério Público Federal sobre a denuncia.


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EUA dizem que elevar comércio com Brasil é prioridade




As exportações dos Estados Unidos para o Brasil poderiam aumentar em 78% até 2030 se os dois países tivessem um acordo de livre comércio, estimou estudo divulgado nesta quinta-feira, 28, pelo Brazil-US Business Council em evento realizado em Washington.

Número dois do Departamento de Comércio americano, Bruce Andrews disse que o Brasil é uma das prioridades do governo americano na área comercial.

"Os Estados Unidos acreditam firmemente que a parceria econômica entre os EUA e o Brasil é crucial para fortalecer a estabilidade e a segurança não apenas de nossos dois países, mas de toda a região", disse.

A negociação de um tratado de livre comércio ainda não está na mesa, mas é um objetivo de longo prazo da comunidade empresarial de ambos os lados. A avaliação detalhada do potencial impacto de um acordo do tipo para o Brasil está sendo realizada pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo a pedido da Câmara Americana de Comércio (Amcham). Os resultados devem ser apresentados em março. A análise divulgada ontem aponta crescimento de 21% das importações de produtos brasileiros pelos EUA em 2030.

Andrews observou que a crise atual é uma "oportunidade" para o Brasil adotar medidas "difíceis" que aumentem a competitividade do País no longo prazo. Apesar da turbulência atual, ele disse que empresários americanos olham para as perspectivas futuras do País e veem possibilidades "reais e substanciais" para seus investimentos.

Em seu último evento como chairman do Brazil-US Business Council, o vice-presidente executivo da Coca-Cola, Ahmet Bozer, ressaltou que a empresa aumentou seus investimentos no Brasil no ano passado e continua a apostar no País. "Em todos os lugares do mundo há dificuldades econômicas de curto prazo", disse ao Estado. "Mas quando você olha no longo prazo em um país como o Brasil, você só pode ser otimista."

"Nós temos investido e continuaremos a investir no Brasil, apesar dos desafios", declarou Tim Glenn, presidente da DuPont Crop Protection e vice-chairman do Brazil-US Business Council.


Apesar de o acordo de livre comércio ser um objetivo distante, Andrews observou que os dois países estão adotando medidas de facilitação de comércio, convergência regulatória e padronização que poderão aumentar as vendas bilaterais no curto e médio prazo.



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Pacotes de medidas do governo disponibilizará e ampliará crédito em R$ 83 bilhões




Em sua exposição aos integrantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CNDES), o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, apresentou um cardápio de medidas para ampliar a oferta de crédito em R$ 83 bilhões

O governo vai autorizar a utilização do FGTS como garantia para operações de crédito consignado. A medida depende de votação no Congresso Nacional e prevê o uso da multa e de até 10% do saldo da conta vinculada, conforme noticiou o Valor em sua edição de hoje. O impacto estimado pelo governo com a medida é de até R$ 17 bilhões. 

Segundo o ministro, essa autorização conterá regras para evitar o sobre-endividamento. Depois da aprovação pelo Congresso, explicou, a medida precisará ser regulamentada pelo conselho gestor do FGTS. 

Essa utilização do FGTS será formalizada via edição de Medida Provisória, segundo nota divulgada nesta noite pelo Ministério da Fazenda em complemento ao anúncio feito. No entanto, não há indicação de quando será encaminhada essa MP.

Em uma perspectiva macroeconômica, ressalta a Fazenda, a medida pode melhorar a potência da política monetária conforme cria um vetor de expansão do crédito livre.

A nota da Fazenda apresenta um quadro estimando o potencial de crescimento do estoque atual do crédito consignado, que fechou 2015, com R$ 18,8 bilhões. No cenário base, que considera o uso de 10% do FGTS e uma razão de alavancagem de R$ 1 em empréstimo para cada R$ 1 em garantia, o estoque sobe, em cerca de R$ 17 bilhões “no médio prazo”. Se a razão de alavancagem subir a 1,5, esse valor pode chegar a R$ 25,5 bilhões.

A Fazenda também apresentou um cenário considerando o uso de 15% do FGTS como garantia. Nesse exercício, o estoque subiria para R$ 25 bilhões com alavancagem de um para um. Com alavancagem de 1,5 vezes, esse valor subiria para R$ 37,5 bilhões. 


BB


Barbosa também anunciou a retomada da linha de pré-custeio do Banco do Brasil, voltada para o crédito rural, que pode chegar a R$ 10 bilhões. Os recursos antecipados servirão para que os produtores rurais comprem insumos (sementes, fertilizantes e defensivos) voltados para a safra 2016/17. Os encargos financeiros (recursos a taxas controladas) são de 7,75% ao ano para médios produtores, ou seja, que são aqueles com renda até R$ 1,6 milhão ao ano, e de 8,75% ao ano para os demais produtores rurais.

O governo irá oferecer também uma linha de R$ 10 bilhões do FTGS para compra de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), de forma a permitir que instituições financeiras reciclem parte da sua carteira de financiamento imobiliário para realização de novas operações.

 Na área de títulos ligados à infraestrutura, o governo deve agilizar a aplicação do FI-FGTS em infraestrutura e simplificar a emissão de debêntures de infraestrutura, conjunto de iniciativas que devem envolver R$ 22 bilhões. 


BNDES


As medidas preveem ainda a reabertura da linha de capital de giro do BNDES com garantia do FGI e redução da taxa de juros, no valor de R$ 5 bilhões. Entre as condições financeiras, o custo da taxa Selic será substituído para micro e pequena empresa por 50% do custo de captação do BNDES + 50% da TJLP; para médias empresas o custo será 80% do custo de captação do BNDES + 20% TJLP; e para média-grande e grande empresa o custo será de 100% da Selic. A remuneração do BNDES não muda em nenhum dos casos e o prazo de financiamento será de 60 meses, incluída carência de 1 a 24 meses para todos os portes.

As propostas também incluem a reabertura da possibilidade de refinanciamento junto ao BNDES, sem equalização de taxa de juros, para prestações do PSI e Finame no valor de R$ 15 bilhões. O cliente poderá refinanciar as parcelas de amortização que vencerão nos próximos 24 meses. Durante esse período haverá o pagamento apenas dos juros. As parcelas refinanciadas serão pagas em até 30 meses, que serão acrescidos no fim do contrato atual. O custo financeiro previsto é de Selic mais 1,48% ao ano mais spread bancário.

Haverá ainda aumento do prazo máximo e redução da taxa de juro da linha de pré-embarque do BNDES no valor de R$ 4 bilhões. O financiamento será dado à produção destinada à exportação de bens de capital, com prazo máximo ampliado de 24 meses para até 30 meses. Haverá ainda mudança na proporção entre TJLP e Selic que era 50/50, de forma que micro e pequenas empresas contarão com até 80% TJLP mais 20% Selic mais 1,5% ao ano mais spread bancário; e grandes empresas contarão com até 70% TJLP mais 30% Selic mais 1,5% ao ano mais spread bancário.


Oferta


Barbosa afirmou tratar-se do “desafio de normalizar a oferta de crédito no país”, após o Brasil ter encerrado o ano passado com queda real no estoque de crédito.

 “Para estabilizar e depois recuperar a economia é necessário normalizar as condições de crédito no Brasil”, disse Barbosa. “Isso envolve uma série de iniciativas sem gerar custo adicional para a União. Temos que usar melhor os recursos que já estão disponíveis”, concluiu.


Teto para gasto público


Barbosa ainda propôs a criação de um limite legal para o crescimento do gasto público e o estabelecimento de uma margem fiscal para acomodar flutuações na receita.

 Hoje a Fazenda anunciou déficit primário recorde - um rombo de quase R$ 155 bilhões. O governo sofreu ao longo de 2015 com uma queda nas receitas devido à retração econômica e teve que alterar a meta de superávit primário prevista para o ano para acomodar essa frustração de receitas.


Desenvolvimento


Ainda durante a reunião do Conselhão, o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, apontou que o comércio exterior é um "fator muito importante para a recuperação da atividade econômica".

 A balança comercial brasileira teve um superávit de quase US$ 20 bilhões em 2015. O resultado positivo se deve, em grande parte, à recessão econômica do Brasil e a alta do dólar, que levaram a uma diminuição forte nas importações, acima da verificada nas exportações.

Em 2016, até a terceira semana de janeiro, o superávit acumulado é de US$ 315 milhões. A expectativa do governo é que o saldo positivo nas transações com o exterior de bens seja ainda maior neste ano do que o verificado em 2015.


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