Acabou a palhaçada, agora seus "jumentos" que estão soltos no "pasto" querendo sabotar o Brasil pedindo a prisão do Lula, voltem para suas cocheiras. Lula será presidente em 2018, podem tentar, mas estamos aqui atentos e preparados para outras tentativas de golpe. A alienação coletiva propagada pela Rede esgoto de televisão, ( GLOBOLIXO ). Essa organização criminosa que apoia o golpe com interesse nos governos ( PSDB, DEM, PSB e PMDB ), e atendam seus caprichos de um regime de ditadura, faz do povo zumbi com um lixo de programação com intuito claro de imbecilizar a sociedade.
Como os adversários de Lula e sua imprensa tentam criar um
escândalo a partir de invencionices. Entenda, passo a passo, mais uma armação
contra o ex-presidente.
Abril de 2005
Marisa Letícia Lula da Silva assina o “Termo de Adesão e
Compromisso de Participação” com a Bancoop – Habitacional dos Bancários de São
Paulo.
A cláusula 1a. do Termo de Adesão diz: “O objetivo da
Bancoop é proporcionar a seus associados a aquisição de unidades habitacionais
pelo sistema de autofinanciamento, a preço de custo”.
O que isso significa?
Que Marisa Letícia tornou-se associada à Bancoop e adquiriu
uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar
Cantábrico, na praia de Astúrias, em
Guarujá, balneário de classe média no litoral de São Paulo.
Como fez para cada associado, a Bancoop reservou previamente
uma unidade do futuro edifício. No caso, o apartamento 141, uma unidade padrão,
com três dormitórios (um com banheiro) e área privativa de 82,5 metros
quadrados.
Maio de 2005 a setembro de 2009
Quando o empreendimento Mar Cantábrico foi incorporado pela
OAS e passou a se chamar Solaris, os pagamentos foram suspensos, porque Marisa
Letícia deixou de receber boletos da Bancoop e não aderiu ao contrato com a
nova incorporadora.
O que isso significa?
1) Que a família do
ex-presidente investiu R$ 179.650,80 na aquisição de uma cota da Bancoop. Em
setembro de 2009, este investimento, corrigido, era equivalente a R$
209.119,73. Em valores de hoje, R$ 286.479,32. Portanto, a família do
ex-presidente pagou dinheiro e não recebeu dinheiro da Bancoop.
2) Que, mesmo não
tendo aderido ao novo contrato com a incorporadora OAS, a família manteve o
direito de solicitar a qualquer tempo o resgate da cota de participação na
Bancoop e no empreendimento.
3) Que, não havendo
adesão ao novo contrato, no prazo estipulado pela assembleia de condôminos (até
outubro de 2009), deixou de valer a reserva da unidade 141 (vendida mais tarde
pela empresa a outra pessoa, conforme certidão no registro de imóveis).
Março de 2006 a março de 2015
Na condição de cônjuge em comunhão de bens, o ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva declarou ao Imposto de Renda regularmente a cota-parte
do empreendimento adquirida por sua esposa Marisa Letícia, de acordo com os
valores de pagamento acumulados a cada ano.
A cota-parte também consta da declaração de bens de Lula
como candidato à reeleição, registrada no TSE em 2006, que é um documento público
e já foi divulgado pela imprensa.
O que isso significa?
Que o ex-presidente jamais ocultou seu único e verdadeiro
patrimônio no Guarujá: a cota-parte da Bancoop.
# Site do TSE
2014-2015
Um ano depois de concluída a obra do Edifício Solaris, o
ex-presidente Lula e Marisa Letícia, visitam, junto com o então presidente da
empresa incorporadora OAS, Léo Pinheiro, uma unidade disponível para venda no
condomínio.
Era o apartamento tríplex 164-A, com 215 metros de área
privativa: dois pavimentos de 82,5 metros quadrados e um de 50 metros
quadrados. Por ser unidade não vendida, o 164-A estava (e está) registrado em
nome da OAS Empreendimentos S.A, matrícula 104.801 do cartório de imóveis de
Guarujá.
Lula e Marisa avaliaram que o imóvel não se adequava às
necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava.
Foi a única ocasião em que o ex-presidente Lula esteve no
local.
Marisa Letícia e seu filho Fábio Luís Lula da Silva voltaram
ao apartamento, quando este estava em obras. Em nenhum momento Lula ou seus
familiares utilizaram o apartamento para qualquer finalidade.
A partir de dezembro de 2014, o apartamento do Guarujá
tornou-se objeto de uma série de notícias na imprensa, a maior parte delas
atribuindo informações a vizinhos ou funcionários do prédio, nem sempre
identificados, além de boatos e ilações visando a associar Lula às
investigações sobre a Bancoop no âmbito do Ministério Público de São Paulo.
Durante esse período, além de esclarecer que Marisa Letícia
era dona apenas de uma cota da Bancoop, a Assessoria de Imprensa do Instituto
Lula sempre informou aos jornalistas que
a família estava avaliando se iria ou não comprar o imóvel.
As falsas notícias chegam ao auge em 12 de agosto de 2015,
quando O Globo, mesmo corretamente informado pela Assessoria do Instituto Lula,
insiste em atribuir ao ex-presidente a propriedade do apartamento. Em evidente
má-fé sensacionalista, O Globo chamou o prédio de Edifício Lula na primeira
página de 13 de agosto.
O jornal mentiu ao fazer uma falsa associação entre
investimentos do doleiro Alberto Youssef numa corretora de valores e o contrato
da OAS com o agente fiduciário do projeto Solaris, com a deliberada intenção de
ligar o nome de Lula às investigações da Lava Jato. O editor-chefe do jornal e os repórteres que assinam a reportagem estão sendo processados por Lula em grau de recurso.
26 de novembro de 2015
Marisa Letícia Lula da Silva assina o “Termo de Declaração, Compromisso e Requerimento de Demissão do Quadro de Sócios da Seccional Mar Cantábrico da Bancoop”.
Como se trata de um formulário padrão, criado na ocasião em que os associados foram chamados a optar entre requerer a cota ou aderir ao contrato com a OAS (setembro e outubro de 2009), ao final do documento consta o ano de 2009.
A decisão de não comprar o imóvel e pedir o resgate da cota já havia sido divulgada pela Assessoria de Imprensa do Instituto Lula, em mensagem à Folha de S. Paulo, no dia 6 de novembro.
O que isso significa?
Que a família do ex-presidente Lula solicitou à Bancoop a devolução do dinheiro aplicado na compra da cota-parte do empreendimento, em 36 parcelas, com um desconto de 10% do valor apurado, nas mesmas condições de todos os associados que não aderiram ao contrato com a OAS em 2009.
A devolução do dinheiro aplicado ainda não começou a ser feita.
Por que a família desistiu de comprar o apartamento?
Porque, mesmo tendo sido realizadas reformas e modificações
no imóvel (que naturalmente seriam incorporadas ao valor final da compra), as
notícias infundadas, boatos e ilações romperam a privacidade necessária ao uso
familiar do apartamento.
A família do ex-presidente Lula lamenta que notícias falsas
e ações sem fundamento de determinados agentes públicos tenham causado
transtornos aos verdadeiros condôminos do Edifício Solaris.
Janeiro de 2016
A revista Veja publica entrevista do promotor Cássio
Conserino, do MP de São Paulo, na qual ele afirma que vai denunciar Lula e
Marisa Letícia pelos crimes de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro,
no curso de uma ação movida contra a Bancoop.
Trata-se de um procedimento que se arrasta há quase dez
anos, do qual Lula e sua família jamais foram parte, e que é sistematicamente
ressuscitado na imprensa em momentos de disputa política envolvendo o PT.
Além de infundada, a acusação leviana do promotor
desrespeitou todos os procedimentos do Ministério Público, pois Lula e Marisa
sequer tinham sido ouvidos no processo. A intimação para depoimento só foi
expedida e entregue na semana seguinte à entrevista.
No dia 27 de janeiro, a Polícia Federal deflagrou a Operação
Triplo X, que busca estabelecer uma conexão entre o Edifício Solaris e as
investigações da Lava Jato, reproduzindo dados da ação dos promotores de São
Paulo.
Diferentemente do que fazem crer os pedidos de prisão e de
busca apresentados ao juiz Sergio Moro pela força-tarefa da Lava Jato, as
novidades do caso, alardeadas pela imprensa, já estavam disponíveis há meses
para qualquer pessoa interessada em investigar esquemas de lavagem de dinheiro –
seja policial, procurador ou jornalista "investigativo".
A existência de apartamentos tríplex registrados em nome da
offshore Murray e a ligação desta com a empresa panamenha Mossack Fonseca
constam, pelo menos desde agosto passado, da ação que corre em São Paulo. Foram
anexadas por um escritório de advocacia que atua em favor de ex-cotistas da
Bancoop.
O mesmo escritório de advocacia anexou a identificação e os
endereços dos supostos representantes da Murray e da Mossack Fonseca no Brasil.
Mesmo que tenham vindo a público agora, em meio a um
noticiário sensacionalista, estes fatos nada têm a ver com o ex-presidente
Lula, sua família ou suas atividades, antes, durante ou depois de ter governado
o País. Lula sequer é citado nos pedidos da Força-Tarefa e na decisão do juiz
Moro.
O que isso significa?
1) Que fracassaram
todas as tentativas de envolver o nome do ex-presidente no processo da Lava
Jato, apesar das expectativas criadas pela imprensa, pela oposição e por alguns
agentes públicos partidarizados, ao longo dos últimos dois anos.
2) Que fracassaram ou
caminham para o fracasso outras tentativas de envolver o ex-presidente com
denúncias levianas alimentadas pela imprensa, notoriamente a suposta “venda de
Medidas Provisórias”, plantada pelo Estado de S. Paulo no âmbito da Operação
Zelotes.
3) Que aos
adversários de Lula – duas vezes eleito presidente do Brasil, maior líder
político do País, responsável pela maior ascensão social de toda a história –
restou o patético recurso de procurar um crime num apartamento de 215 metros
quadrados, que nunca pertenceu a Lula nem a sua família.
A mesquinhez dessa “denúncia”, que restará sepultada nos
autos e perante a História, é o final inglório da maior campanha de perseguição
que já se fez a um líder político neste País.
Sem ideias, sem propostas, sem rumo, a oposição acabou no
Guarujá. Na mesma praia se expõem ao ridículo uma imprensa facciosa e seus
agentes públicos partidarizados.
A Globolixo vai à França reclamar de prêmio Honoris Causa de Lula e passa vergonha
Não pode passar batido um dos momentos mais ridículos do
jornalismo brasileiro. Acredite quem quiser, mas órgãos de imprensa brasileiros
como o jornal O Globo mandaram repórteres à França para reclamar com Richard
Descoings, diretor do instituto francês Sciences Po, por escolher o ex-presidente
Lula para receber o primeiro título Honoris Causa que a instituição concedeu a
um latino-americano.
A informação é do jornal argentino Pagina/12 e do próprio
Globo, que, através da repórter Deborah Berlinck, chegou a fazer a Descoings a
seguinte pergunta: “Por que Lula e não Fernando Henrique Cardoso, seu
antecessor, para receber uma homenagem da instituição?”
No relato da própria repórter de O Globo ,que fez essa
pergunta constrangedora, havia a insinuação de que o prêmio estaria sendo
concedido a Lula porque o grupo de países chamados Bric’s (Brasil, Rússia,
Índia e China) estuda ajudar a Europa financeiramente, no âmbito da crise
econômica em que está mergulhada a região.
A jornalista de O Globo não informa de onde tirou a
informação. Apenas a colocou no texto. Não informou se “agrados” parecidos
estariam sendo feitos aos outros Bric’s. Apenas achou e colocou na matéria que
se pretende reportagem e não um texto opinativo. Só esqueceu que o Brasil estar
em condição de ajudar a Europa exemplifica perfeitamente a obra de Lula.
Segundo o relato do jornalista argentino do Pagina/12,
Martín Granovsky, não ficou por aí. Perguntas ainda piores seriam feitas.
Os jornalistas brasileiros perguntaram como o eminente
Sciences Po, “por onde passou a nata da elite francesa, como os ex-presidentes
Jacques Chirac e François Mitterrand”, pôde oferecer tal honraria a um político
que “tolerou a corrupção” e que chamou Muamar Khadafi de “irmão”, e quiseram
saber se a concessão do prêmio se inseria na política da instituição francesa
de conceder oportunidades a pessoas carentes.
Descoings se limitou a dizer que o presidente Lula mudou seu
país e sua imagem no mundo. Que o Brasil se tornou uma potência emergente sob
Lula. E que por ele não ter estudo superior sua trajetória pareceu totalmente
“em linha” com a visão do Sciences Po de que o mérito pessoal não deve vir de
um diploma universitário.
O diretor do Science Po ainda disse que a tal “tolerância
com corrupção” é opinião, que o julgamento de Lula terá que ser feito pela
história levando em conta a dimensão de sua obra (eletrificação de favelas e
demais políticas sociais). Já o jornalista argentino perguntou se foi Lula quem
armou Khadafi e concluiu para a missão difamadora da “imprensa” tupiniquim: “A
elite brasileira está furiosa”.
O dia em que Brizola ferrou com a Rede esgoto de televisão
***








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