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NOSSO FIEL COMPROMISSO COM A VERDADE

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Vazamento seletivo inocenta Lula na lava jato




Jornal GGN - Mais um vazamento seletivo da Lava Jato, com o objetivo de acertar a imagem do ex-presidente Lula (PT), entra para as estatísticas. Mas, dessa vez, a leitura é curiosa. Só quem chegou ao final da matéria publicada pelo Estadão na quarta (29) pode compreender que trechos de duas delações premiadas mais parecem servir de peça de defesa para Lula nas denúncias de tráfico de influência internacional e recebimento de propina via empresa de palestras, a LILS.


As delações, obtidas pelo Estadão, são de Flávio Gomes Machado Filho e Otávio Azevedo, executivo e ex-presidente da Andrade Gutierrez.

Consta nos documentos divulgados pelo Estadão os "detalhes" da participação de Lula em negócio da Andrade Gutierrez na Venezuela.

A edição do jornal, num primeiro momento, leva à interpretação de que Lula ajudou a burlar uma "concorrência internacional" em favor da empresa brasileira, mas as delações explicam o que aconteceu.

Em meados de 2008, a Andrade Gutierrez disputava na Venezuela uma obra com uma empresa de origem italiana, a Danielle. Percebendo que não chegaria a ser escolhida pelo então presidente Hugo Chávez, dirigentes da Andrade buscaram o contato de Lula, que disse que só ajudaria se nenhuma outra empresa nacional estivesse disputando o mesmo projeto.

Pela delação de Machado Filho, é possível compreender que na Venezuela não há lei de licitação como no Brasil. As empresas lá são contratadas por "indicação". A italiana tinha o apoio do governo daquele país. Por isso, a Andrade Gutierrez decidiu recorrer ao presidente brasileiro.

Tanto Mesquita quanto Azevedo afirmam que Lula não pediu nem recebeu nada em troca de apresentar a Andrade Gutierrez para Hugo Chávez numa reunião em Recife. Após o lobby de Lula, a Andrade Gutierrez ganhou o projeto, que foi executado com financiamento do BNDES.




  • À força-tarefa da Lava Jato, Azevedo ainda negou que a Andrade Gutierrez tenha pago propina à Lula via contratação fictícia de palestras, pela empresa LILS. O executivo afirmou que as cinco palestras foram comprovadamente executadas por Lula.





ONDE ESTÁ A DENÚNCIA?



O destaque do Estadão foi para a denúncia de que pela obra conquistada na Venezuela, com financiamento do BNDES, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, procurou o executivo Flávio Machado para cobrar propina de 1% sobre o contrato fechado.

Segundo Otávio Azevedo - que disse ter ouvido a história de Machado - a Andrade Gutierrez pagou a propina supostamente exigida por Vaccari via doação oficial, contabilizada e registrada na Justiça Eleitoral.


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Sobre a Crítica da Filosofia do Direito



Imagem capa do grupo no Facebook: 


Disse-nos Marx que o problema central do manuscrito Para a Crítica da Filosofia do Direito de Hegel está na relação entre o Estado e a sociedade civil. Segundo Hegel, o Estado encontra-se num grau de desenvolvimento superior ao da sociedade civil, e determina-a.  Marx tem uma tese oposta: a sociedade civil é premissa do Estado. "No seu cume supremo, a constituição política é a constituição da propriedade privada"; e apesar de para ele a propriedade privada ser entendida sobretudo no plano jurídico, já aponta para uma compreensão mais ampla do fundamento material para a explicação das instituições sociais e políticas. Criticava Hegel por ele "fazer passar aquilo que é, por essência do Estado". Marx dizia que a democracia é a autodeterminação do povo e a sua lei fundamental é a existência humana, isto é, os interesses do homem, do povo. A democracia é a verdade de cada Estado, o objetivo ideal, a finalidade do seu desenvolvimento. 

  • Apenas sob um regime de democrático o homem deixará de ser um joguete nas mãos de forças por ele próprio criado-as instituições políticas - para passar a ser senhor delas, só nessas condições o estado não só se opões ao novo, mas é "uma força de existência particular do povo."


Na democracia o estado político desaparece. A democracia, não como um poder formal do povo, mas como o seu poder real. Qual é então o regime social capaz de realizar esse poder real do povo?

Marx já percebia as bases idealistas do método de Hegel, que não desenvolve o seu Pen mento a partir do objeto, mas este segundo um pensar já acabado, e tornado pronto na esfera abstrata da lógica. Marx conclui assim que o idealismo leva inevitavelmente ao misticismo e à ilusão. Marx critica Hegel especialmente porque o idealismo e as opiniões conservadoras em política, de Hegel, levam ao equívoco de que a monarquia prussiana é um fato histórico concreto numa etapa da evolução da Ideia absoluta. Hegel também crê absolutos outros atributos do Estado semi-feudal: o regime de estados sociais, a burocracia, o morgadio, etc. Para Hegel, o morgadio era um bem das famílias da nobreza, indivisíveis e inalienáveis, e deveria ser transmitido integralmente ao primogênito varão.

Na época desse manuscrito, julho e agosto de 1843, Marx dedicou-se ao estudo da história, buscando compreender as vias que permitem chegar a um regime social digno do nome de sociedade verdadeiramente humana. Esses estudos permitiram o desenvolvimento da concepção do mundo de Marx.

Nessa altura, observou anos depois seu parceiro Engels, "ele chegou à perspectiva de que não é no Estado apresentado por Hegel, 'como o coroamento do edifício,' mas na esfera da sociedade civil, que devemos procurar a chave para o entendimento do processo de desenvolvimento histórico da Humanidade.

Grande dialético (como Hegel), Marx já percebia que a sociedade encerrava em si mesma a necessidade de sua própria transformação. Faltava ainda descobrir a força social capaz de realizar a revolução democrática.

Assim, o comportamento de Lula, exigindo respeito aos seus direitos e liberdade de expressão, é completamente legítimo. Afinal, estamos numa democracia social autêntica, de um Estado democrático de direito, ou não?

Talvez, embora dialético, Hegel pudesse exigir de Lula um outro discurso, submisso às leis da Ideia absoluta.
Porém, Engels, com certeza absoluta, aprovaria as atitudes e exigências históricas de Lula!

O Anjo Frederico era um cara lúcido.

  • Toma tino, rapaziada idealista do poder judiciário. Sabemos suas origens históricas, seu rabo residual ainda preso na nobreza e parte do imaginário da burguesia associada, em vias de falecimento, falaciosas e entreguistas.

Lula fala o que quiser! 

Quando quiser! 

Ele é a nossa voz!



A luta de classes, segundo Karl Marx, só acabará com o fim do capitalismo e das classes sociais.
Marx dizia: "Proletários de todos os países, uni-vos!"



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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Vaquinha da democracia, para que a presidenta Dilma continue viajando e lutando contra o golpe




Como disse ontem, abriu-se  hoje uma “vaquinha” para pagar os deslocamentos de Presidenta Dilma Rousseff pelo país, combatendo o golpe.

O endereço está aqui: é simples e pode ser feito com o cartão de crédito.

Não peço a ninguém para fazer o que eu não próprio faço: contribuí com R$ 1 mil, parcelado em duas vezes,  e mais porei se os anúncios do Google, os únicos que tenho, ajudarem.

Eu, não o blog, para não misturar empresa e financiamento político, porque para me colocar em encrenca o governo do seu Temer vai ter de rebolar, simplesmente porque não me meto nelas.

Que cada um que desejar dê o que possa e se tiver de cancelar sua contribuição para este blog, que cancele, estarei recompensado da mesma forma.

Tem uma hora que a campanha começou, agora ao meio-dia e já chegou a R$ 7 mil.

Cada real ali é uma bofetada no rosto de quem transformou a sua interinidade num exercício de humilhação a quem teve o que ele não tem: voto.

Posto, abaixo, o vídeo de Guiomar Lopes e Maria Celeste Martins, duas mulheres de mais de 70 anos, companheiras de Dilma, um orgulho envelhecer com dignidade e sem afrouxar o garrão, em que explicam porque patrocinam a coleta.

Elas, melhor que eu, podem pedir sua contribuição.




Via: Tijolaço


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Os segredos da globo e a Lei Rouanet. Por Altamiro Borges






Em mais uma operação cinematográfica, batizada de “Boca Livre”, a Polícia Federal prendeu 14 pessoas na manhã desta terça-feira (28) acusadas de desvio de recursos públicos através das isenções fiscais previstas na Lei Rouanet. Segundo as investigações, o grupo mafioso atuou por quase 20 anos no Ministério da Cultura e conseguiu aprovar R$ 180 milhões em projetos “culturais”. O desvio ocorria por meio de diversas fraudes, como superfaturamento, apresentação de notas fiscais relativas a serviços e produtos fictícios, projetos duplicados e contrapartidas ilícitas feitas às incentivadoras. Entre os presos na Superintendência da PF em São Paulo, estão os donos da produtora Bellini Cultural e o agente cultural Fábio Ralston.

Segundo relato do portal G1, do suspeitíssimo Grupo Globo, “a Polícia Federal concluiu que diversos projetos de teatro itinerante voltados para crianças e adolescentes carentes deixaram de ser executados, assim como livros deixaram de ser doados a escolas e bibliotecas públicas. Os suspeitos usaram o dinheiro público para fazer shows com artistas famosos em festas privadas para grandes empresas, livros institucionais e até a festa de casamento de um dos investigados na Praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis. Além das 14 prisões temporárias, 124 policiais federais cumpriram 37 mandados de busca e apreensão, em sete cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília”.

Ainda de acordo com a reportagem, “entre os alvos da operação, estão o Ministério da Cultura, o escritório Demarest Advogados, as empresas Scania, Roldão, Intermédica Notre Dame, Laboratório Cristalia, KPMG, Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil... Os presos devem responder pelos crimes de organização criminosa, peculato, estelionato, crime contra a ordem tributária e falsidade ideológica, cujas penas chegam a doze anos de prisão”. O site explica que a Lei Rouanet foi criada em 1991, no governo Fernando Collor, e permite a captação de recursos para projetos culturais por meio de incentivos fiscais. “A lei permite que uma empresa destine parte do dinheiro que iria gastar com impostos para financiar propostas aprovadas pelo Ministério da Cultura”.

O produtor fascista e o Judas Temer

O portal do Grupo Globo não se preocupou em pesquisar a história dos integrantes desta máfia. Já a revista Fórum foi atrás e descobriu um caso bem curioso. “Júlio Plácido, sócio diretor da J2A Eventos, empresa acusada pela Policia Federal de desviar verbas da Lei Rouanet para bancar casamentos e festas privadas posta com frequência xingamentos e ofensas a Dilma, Lula, ao prefeito Fernando Haddad e frequenta passeatas contra a corrupção... Em alguns posts, Júlio Plácido pede para que Lula seja assassinado e xinga a presidenta afastada de ‘vaca’... Um dos episódios que mais chamou a atenção da PF foi o casamento de Felipe Amorim e Caroline Monteiro, organizado pela empresa de Plácido, que aconteceu na luxuosa Jurerê Internacional em 22 de abril deste ano”.

Há ainda muito mais coisa a se descobrir sobre os desvios criminosos praticados através do uso ilícito da Lei Rouanet. A questão é se o Ministério Público e a Polícia Federal irão investigar a fundo as mutretas, que envolvem interesses poderosos. Como se sabe, a Globo é uma dos maiores beneficiárias das isenções fiscais. Logo após o “golpe dos corruptos”, o ministro interino da Cultura, indignado com os protestos do setor pelo “Fora Temer”, anunciou que reavaliaria a legislação em vigor. Nas redes sociais, os fascistas mirins acusaram os artistas contrários ao impeachment de Dilma de “petralhas” que vivem da Lei Rouanet. No seu cinismo, o mafioso de Jurerê Internacional talvez até tenha reforçado a mentira. Na sequência, porém, os golpistas enterraram o assunto inflamável.

Milhões para a Fundação Roberto Marinho

Já o jornalista Kiko Nogueira, do blog Diário do Centro do Mundo, foi atrás e descobriu que as isenções fiscais beneficiam principalmente grandes empresas. O título da sua postagem é demolidor: “Globo captou, pela Fundação Roberto Marinho, R$ 147 milhões na Lei Rouanet sob o PT”. Vale conferir a reportagem:


A Globo, através da Fundação Roberto Marinho, captou R$ 147 858 580 desde 2003, primeiro ano do governo Lula, até 2015.

Os valores não foram atualizados.

A FRM foi criada nos anos 70 e é uma instituição privada, teoricamente sem fins lucrativos, voltada, diz o site oficial, para “a educação e o conhecimento”. Ela “se dedica à concepção e implementação de museus e exposições”.

Entre outros projetos, estão sob seus cuidados o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio, a nova sede do MIS no Rio e o Museu da Língua Portuguesa.

O DCM teve acesso aos dados do Ministério da Cultura. A fundação é apontada na linha dos “maiores proponentes”.

O ano em que mais se captou foi 2011: 35,2 milhões de reais. A destinação era a revitalização da Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, o Paço do Frevo, o MIS e o Museus de Arte do Rio – Mar, todos no Rio de Janeiro. O MIS, sozinho, abocanhou 20,7 milhões.

Refinando, chega-se aos “incentivadores”.


Quem mais doou, segundo a planilha, foi a Globosat, com 9,5 milhões, seguida da Globo Comunicações e Participações. A Infoglobo entra com 700 mil.

Grana para fundações é restituída no Imposto de Renda. Quando a fundação é do próprio grupo, tem-se uma situação ganha-ganha. O dinheiro sai do caixa da companhia, livre do fisco, e entra numa fundação que lhe pertence. É quase lavagem. E é, em tese, legal.

Um ex-diretor do MinC ofereceu uma explicação sobre a generosidade com a Globo na aprovação de projetos. “O MinC foi leniente na gestão. Havia gente muito próxima do mercado em cargos chaves. Para se legitimar no lugar de Gilberto Gil, o ex-ministro Juca Ferreira teve de fazer várias concessões”, diz.

Ele continua: “As prestações de contas são frágeis. Não se analisa nada direito. É uma festa.”

A Lei Rouanet financia boa parte dos institutos e fundações privadas no país — do Itaú Cultural, passando pelo Alfa até o Instituto FHC. É um cipoal de altos interesses.

No final de maio, o DEM entrou com um pedido de CPI, fruto da histeria coletiva de uma direita lelé segundo a qual artistas petralhas tinham ficado milionários com o incentivo. Assim que surgirem os verdadeiros beneficiários e o partido descobrir que deu um tiro no pé, a comissão será enterrada rapidamente.

Assim como ocorreu com a investigação da Polícia Federal dos cem maiores captadores. Sergio Moro mandou anular o requerimento de um delegado ao Ministério da Transparência. Segundo Moro, a apuração, “se pertinente”, deve ser feita em um inquérito à parte na Lava Jato e com “objeto definido”.



A grana para o Rock in Rio

Será que a midiática Operação Boca Livre topa colocar a mão neste vespeiro? Caso vá fundo nas investigações, outros casos sinistros devem surgir. Segundo o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), implantado pelo Ministério da Cultura, entre os anos de 1992 e 2011 foram aprovados na Lei Rouanet 34.521 projetos, cujos valores de captação somados totalizaram R$ 11,7 bilhões. É muito dinheiro! Com estes recursos, importantes iniciativas artísticas foram patrocinadas, ajudando a valorizar a cultura nacional. Elas merecem aplausos! Outras, porém, serviram apenas para encher os bolsos dos oportunistas e dos magnatas do setor. No início de junho, a Folha estampou no título: “Rock in Rio pede R$ 8,8 milhões via lei Rouanet para show sem público”.

Segundo matéria de Rodolfo Viana, a empresa “Rock Word”, produtora do Rock in Rio, encaminhou ao Ministério da Cultura o pedido de isenção fiscal no valor total de R$ 8,8 milhões “para custear o Amazônia Live, um show em um palco flutuante montado no rio Negro, em Manaus, agendado para ocorrer em 27 de agosto. O evento será fechado a 200 jornalistas e formadores de opinião, diz o texto do projeto. A assessoria da produtora, contudo, ressalta em nota: o público poderá acompanhar, por telões espalhados por Manaus e pela transmissão do Multishow [pertencente ao Grupo Globo], as apresentações do tenor lírico Plácido Domingo ao lado da Orquestra Amazonas Filarmônica e do Coral do Amazonas”.

A própria reportagem registra: “O caráter restritivo é proibido pela lei Rouanet, que veda a concessão de incentivo a eventos que estabeleçam limitações de acesso, lembra o advogado Fábio de Sá Cesnik, presidente da Comissão de Mídia e Entretenimento do Instituto dos Advogados de São Paulo e membro da Comissão de Direito às Artes da OAB-SP. ‘Mesmo com a transmissão por telões e na TV, eles não poderiam criar restrição de acesso no evento principal’, diz. ‘Se, no show, respeitassem a distribuição estipulada pela lei [em que até 20% dos acessos podem ser destinados a patrocinadores e ações de divulgação, reservando o restante ao público], não teria problema’”. Será que a TV Globo fará algum escarcéu contra este projeto? Quanto ela iria garfar em publicidade com a transmissão do “Amazônia Livre”?



Leia também:








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Banestado ignorado pela "grande mídia," enterrado pelo MP e, mais sujo que a lava jato.




O juiz Sergio Moro arbitra uma operação que investiga um extenso esquema de corrupção e evasão de divisas intermediadas por doleiros que atuam especialmente no Paraná. Uma força-tarefa é montada e procuradores da República propõem ações penais contra 631 acusados. Surgem provas contra grandes construtoras e grupos empresariais, além de políticos.

Delações premiadas e acordos de cooperação internacional são celebrados em série. Lava Jato? Não! Trata-se do escândalo do Banestado, um esquema de evasão de divisas descoberto no fim dos anos 90 e enterrado de forma acintosa na transição do governo Fernando Henrique Cardoso para o de Lula.

Ao contrário de agora, os malfeitos no banco paranaense não resultaram em longas prisões preventivas. Muitos envolvidos beneficiaram-se das prescrições e apenas personagens menores chegaram a cumprir pena.

Essas constatações tornam-se mais assustadoras quando se relembram as cifras envolvidas. As remessas ilegais para o exterior via Banestado aproximaram-se dos 134 bilhões de dólares. Ou mais de meio trilhão de reais em valor presente. Para ser exato, 520 bilhões.

De acordo com os peritos que analisaram as provas, 90% dessas remessas foram ilegais e parte tinha origem em ações criminosas. A cifra astronômica foi mapeada graças ao incansável e inicialmente solitário trabalho do procurador Celso Três, posteriormente aprofundado pelo delegado federal José Castilho. Alguém se lembra deles? Tornaram-se heróis do noticiário? Leia na íntegra: ( Carta Capital ).


Justiça anula punição a réus do escândalo do Banestado





Confira publicação no Facebook



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terça-feira, 28 de junho de 2016

A passagem da tocha olímpica pelas cidades brasileiras, tem uma só voz, #ForaTemer




Por Luis Edmundo Araujo, editor de esporte do Cafezinho

Em São Luís do Maranhão, em Muriaé (MG), em Fortaleza e em Teresina, teve. Em Juiz de Fora (MG), Campina Grande, Natal e Caruaru, também. O último, pelo menos por enquanto, foi registrado em Dourados, no Mato Grossodo Sul. Até chegar ao Rio de Janeiro, no próximo dia 4, na véspera da abertura dos primeiros Jogos Olímpicos já disputados na América do Sul, a tocha olímpica percorre o Brasil sob os gritos de Fora Temer, uma das razões, entre tantas outras, para que o presidente interino já tenha começado a tratar como inevitável a possível vaia a ele reservada na abertura da Olimpíada do Rio, no Maracanã.

Desde que assumiu o governo interinamente, em consequência do golpe midiático, jurídico e policial que vem sendo perpetrado no País, Michel Temer deu as caras no Rio uma vez para visitar instalações olímpicas convenientemente vazias, o que não evitou os protestos do lado de fora. Acompanhado de seus ministros da Justiça e dos Esportes, do governador emexercício do Rio de Janeiro, Francisco Dorneles, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, entre outros aliados de ocasião, Temer conheceu o Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade, e concedeu uma entrevista relâmpago, onde, como de costume, foi vago, rápido e pouco convincente. Foi o primeiro compromisso de Temer fora de Brasília, de onde, sitiado pela própria ilegitimidade, não tem saído muito.

O desespero, a sanha por tomar logo o poder entre as hostes golpistas causou, agora, essa situação jamais vista antes na história das Olimpíadas, muito provavelmente nem nos jogos da Grécia Antiga. Uma presidente eleita pelo voto popular afastada, um presidente interino extremamente impopular em seu lugar, ilegítimo, golpista, e a consumação do golpe marcada para ocorrer não às vésperas, nem logo depois, mas durante os primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul, o que levou o Comitê Olímpico Internacional (COI)a pedir a Temer por um adiamento da votação no Senado, mesmo sabendo que isso não depende dele, mas do Congresso.

O momento de exceção vivido pelo Brasil gerou dúvidas dentro do próprio COI, sobre convidar ou não a presidenta afastada Dilma Rousseff, até que o Comitê decidiu convidar todos os ex-presidentes da República, incluindo também José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva no bolo de convidados. Enquanto isso, a tocha que chegou ao País no dia 3 de maio, em Brasília, já sob protestos, continua percorrendo o País e arregimentando manifestantes contra o governo interino, golpista, em Salvador, em Presidente Prudente (SP), em Recife, em Guarabira (PB), em Feira de Santana(BA), em São João Del Rey (MG)...

luis.edmundo@terra.com.br


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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Perícia do Senado prova que não houve crime de pedaladas fiscais


SÃO PAULO  -  A presidente afastada Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que as conclusões da perícia realizada pelo Senado mostram que o processo de impeachment é um “golpe”. No documento de 224 páginas, divulgado nesta segunda, os técnicos atestam que a petista teve participação direta na edição de decretos de crédito suplementar emitidos [ ... ] Valor Econômico.







Confira também publicação no:




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A ultrajante sova da Folha em Londres!


O editor da Folha, Otavio Frias Filho, toma uma surra histórica da jornalista britânica Sue Branford, durante seminário sobre mídia e democracia ocorrido em Londres algumas semanas atrás. Nós já publicamos a respeito, mas o blog Conversa Afiada legendou o vídeo, por isso divulgamos aqui nova versão. Assista:














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"Psicopatas têm uma conexão mais “frouxa”





"Psicopatas têm uma conexão mais “frouxa” entre áreas neurais que processam as emoções, mostra um estudo da Universidade de Chicago. Usando a tecnologia de ressonância magnética funcional (fMRI), a equipe coordenada pelo psicólogo Jean Decety captou imagens do cérebro de 121 presidiários enquanto olhavam fotografias de pessoas sentindo dor em situações corriqueiras, como prendendo o indicador em uma gaveta ou topando a unha do dedo do pé na parede. Eles foram orientados a imaginar aquilo acontecendo com eles mesmos ou com alguém próximo – uma conhecida técnica de mudança de perspectiva que costuma despertar a empatia, isto é, a capacidade de reconhecer e experimentar os sentimentos alheios.

A resposta neural de todos os voluntários foi equivalente quando se imaginaram na situação: foram acionados, normalmente, centros de percepção da dor e das emoções. O resultado, porém, foi diferente quando eles pensaram em outra pessoa. Presidiários que tiveram pontuações mais altas em um teste que avaliava os níveis de psicopatia, aplicado antes do experimento, revelaram menor coordenação entre o funcionamento da amígdala – região crucial no processamento de emoções, principalmente o medo –, e do córtex pré-frontal ventromedial, área com participação importante no autocontrole, na empatia e na moralidade. “Algumas imagens até sugerem que foram ativadas regiões associadas ao prazer”, diz Decety.

Segundo o psicólogo, algumas áreas que se comunicam de maneira menos eficiente na psicopatia “são essenciais para experimentar a sensação de se importar com o outro, característica que parece de todo ausente nos psicopatas”. Decety acredita que em breve estudos com neuroimageamento poderão ser úteis para avaliar a eficácia do tratamento com terapia cognitivo-comportamental (TCC) para a psicopatia. “O fortalecimento das conexões pode ser indicativo de que as estratégias para estimular a empatia estão dando certo”, diz.

É uma pena que alguns casos não tenham cura e ao invés de serem tratados, são propagandeados como uma grande epidemia.

Vamos educar a população para que pessoas desequilibradas não sejam mais eleitas.

Não à incitação da ignorância.
Pessoas inteligentes analisam os fatos.

 Endy Abrado

Em Campo Grande o corrupto e fascista Bolsonaro, diz que caso seja eleito em 2018, apoiará o extermínio dos sem-terra pelos fazendeiros.



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BBC - Apos impeachment, Temer e o Brasil não vão nada bem!




O primeiro mês do governo interino de Michel Temer teve efeitos opostos na avaliação do pemedebista e da presidente afastada Dilma Rousseff, segundo pesquisa da consultoria Ipsos. No período, o índice de reprovação de Temer subiu e  Dilma caiu.

De acordo com o levantamento, de maio a junho, a porcentagem de pessoas que desaprovava totalmente ou um pouco o interino cresceu de 67% para 70%. Para a petista, indicador passou de 80% para 75%. A aprovação de Dilma, por sua vez, foi de 15% para 20%. A de Temer também aumentou, indo de 16% para 19%.
Ainda de acordo com o levantamento, em junho 43% dos entrevistados afirmaram considerar o governo federal ruim ou péssimo, marca mais positiva do que a última registrada pelo governo Dilma na última pesquisa do instituto, que apontou que 69% viam a gestão da petista como ruim ou péssima.

Os dados foram coletados entre 2 e 13 de junho, por meio de 1.200 entrevistas em 72 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
Danilo Cersosimo, diretor na Ipsos Public Affairs e responsável pela pesquisa, diz que a baixa popularidade de Temer é explicada por três fatores: a falta de uma agenda clara de mudanças, a imagem de político tradicional e o contexto turbulento no qual governa.


A decisão britânica de sair da UE pode ser revertida?


Segundo Cersosismo, por não ter passado por eleições, Temer não teve um conjunto de medidas apresentado e aprovado pela população. Seus problemas em comunicar as ações intensificariam o problema. Soma-se a isso o momento de instabilidade, com escândalos de corrupção, Congresso arredio, queda de ministros e a própria interinidade de sua gestão.

"Dado que não passou por um crivo popular, não teve uma agenda aprovada e nunca foi gestor, não se sabe o que esperar dele."
O diretor da Ipsos lembra que o peemedebista não foi escolhido pelos brasileiros como o sucessor de Dilma, mas que sua posse foi consequência de uma vontade de tirá-la do poder.

"Era muito mais o impeachment dela, do que uma esperança que se depositava nele. O pensamento era: com ela se tornou tão insustentável que é impossível o vice ser pior."




Os resultados ruins para Temer e a leve recuperação de Dilma, no entanto, não significam que houve uma transferência de popularidade ou um certo saudosismo, alertam os especialistas.

Para Cersosismo, o aumento da aprovação da petista se explica por seu afastamento. Ela não estaria mais no "olho do furação", o que diminuiria o desgaste de sua imagem. O culpado pelos problemas agora seria Temer, alvo da opinião pública.

Já o cientista político e professor do Insper Carlos Melo vê um processo de vitimização gerado pelo impeachment.

O discurso de golpe teria reunido uma base social mais de esquerda que, mesmo crítica à presidente afastada, estaria defendendo seu mandato. Dessa forma, ao responderem que aprovam a petista, não necessariamente elogiam a sua gestão, mas se mostram contrários a um processo supostamente antidemocrático.

Corrupção e economia

Melo explica que até o ano passado Temer era um grande desconhecido e as avaliações sobre ele eram mais dúvidas com viés positivo ou negativo.

A partir do começo de seu governo, com um gabinete criticado pela falta de mulheres, a saída de três ministros, supostas ameças à continuidade da Lava Jato e vários recuos, muitas das interrogações se tornaram visões críticas.

Para o professor, dois pontos pesam nessa definição: os casos de corrupção e a falta de respostas imediatas para os problemas políticos e econômicos.
"Ele cometeu um erro inegável ao compor o gabinete com um monte de gente investigada. Colocar o (Romero) Jucá como segundo ministro mais importante foi um erro. Isso é percebido (pela população)."

Jucá teve de deixar o Ministério do Planejamento horas após o jornal Folha de S. Paulo divulgar uma gravação em que ele sugere uma articulação para conter a Operação Lava Jato, estratégia que incluiria o impeachment da então presidente. Ele também é investigado por suposto envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras.

A decepção na cidade fluminense que esperava prosperar com o petróleo
Segundo Rita Biason, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas sobre Corrupção da Unesp, esperava-se que a equipe do interino não estivesse tão envolvida com a Lava Jato e oferecesse um período de tranquilidade em meio a tantos escândalos. O que não aconteceu.

"É a corrupção que continua, acrescida à crise e ao desemprego. O brasileiro é mais sensível aos problemas políticos em tempos de dificuldade econômica. Quando há uma prosperidade, ele não olha muito, a exemplo do que aconteceu no mensalão."




Sobre a economia, Melo diz que as ações anunciadas até então, como a PEC que estipula um teto para o crescimento dos gastos públicos, ainda são abstratas. Elas dão sinais positivos para o mercado e os empresários, mas não dizem muito para o cidadão comum.

"Nada disso significou queda de desemprego ou aumento de renda, e é o que as pessoas veem."

Avaliação do governo


A falta de mudanças na política e na economia, diz o diretor da Ipsos, também foi o fator crucial para a má avaliação do governo interino na pesquisa. Em junho, para 43% dos entrevistados, o governo federal era ruim ou péssimo. O número é menor do que o último registrado no mandato de Dilma - 69% - mas é um mau começo, pondera Cersosismo.

Abaixo-assinado recordista pode ter sido 'sequestrado' por defensores de permanência na EU


A queda na reprovação não foi traduzida em aprovação (que caiu de 9% para 6%), mas no aumento do "regular' (de 21% para 29%) e do "não sabe/não respondeu" (de 2% para 22%), o que seria um resultado comum nesses primeiros meses de gestão.
"É como se as pessoas estivessem esperando mais para avaliar", diz o diretor da Ipsos.

Rumo do país


Além de indicar a desaprovação do presidente interino e de seu governo, o levantamento também mostrou pessimismo quanto ao futuro do país. Para 89% dos entrevistados, o Brasil está no rumo errado. A porcentagem se mantém no patamar dos 90% desde junho de 2015.

Após o processo de impeachment, não deveria se esperar uma visão mais otimista? O cientista político Carlos Melo afirma que não.

"Isso passa pela autoestima. O governo A pode ser um pouco melhor do que o B, mas o país no geral não está bem. A violência, a insegurança, o sentimento de infelicidade....o governo é parte desse mal estar, mas não é o todo."

A reação dos jovens pela saída do Reino Unido da UE: "perdemos o direito de viver e trabalhar em 27 países"


A falta de credibilidade dos políticos e da política estariam incluídos nesse ceticismo, diz Melo.

"O que deputados, senadores e governadores falam é pouco assimilado. Toda a ideia de líder está em crise."

Via: BBC - Brasil


Temer não vai nada bem!




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domingo, 26 de junho de 2016

O depoimento de Dilma está marcado para 6 de julho





Por Ricardo Azambuja, correspondente do Cafezinho no Senado


A Comissão Especial do Impeachment teve, na semana, importantes testemunhos de defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, como os ex-ministros Renato Janine Ribeiro (Educação), Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) e Miriam Belchior (Planejamento). A defesa argumenta que os créditos suplementares ao orçamento editados por Dilma — que integram a denúncia — eram legais e não afetaram a meta fiscal, por terem origem em recursos próprios das pastas a que se destinavam.

Os depoimentos das testemunhas de defesa seguem até a próxima quarta (29). Vão ser ouvidos três ex-ministros dos governos Dilma: Patrus Ananias, do Desenvolvimento Agrário; Aldo Rebelo, da Defesa; e Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União.

Até o momento, a Comissão do Impeachment ouviu 35 testemunhas nesta segunda fase do processo – a fase de pronúncia – que se destina à coleta de provas e à decisão sobre a pertinência da acusação por crime de responsabilidade.

A atual fase de depoimentos deve ser encerrada em 4 de agosto, e o julgamento final do processo pode ocorrer a partir do dia 9 do mesmo mês. O depoimento de Dilma está marcado para 6 de julho, mas ela não é obrigada a comparecer, podendo ser representada pelo seu advogado, o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Últimas notícias

O assunto impeachment recebeu neste sábado (25) uma declaração surpreendente que pode favorecer a presidente afastada Dilma Rousseff em seu julgamento no Senado. A líder do governo Temer no Congresso, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), em entrevista à rádio Itatiaia, afirmou que, em sua opinião, Dilma não foi afastada do cargo por causa das pedaladas fiscais, mas sim em razão da crise política. O advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, confirmou que vai transcrever as frases e anexar o discurso da senadora na defesa da presidente.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) também criou constrangimentos para aqueles que defendem o impeachment da presidente, dizendo que Dilma não cometeu crime e afirmando que o relator da Comissão do Impeachment no Senado, o ex-governador Antonio Anastasia (PSDB-MG), fez em Minas Gerais exatamente aquilo de que acusa Dilma. Segundo ele, "É muito cinismo! Se os governadores, a maioria deles, fossem julgados com os mesmos critérios com que julgam a presidente afastada, não restaria um se quer no cargo."

Fonte: O CAFEZINHO

O Brasil lutou muito para se tornar um país democrático. E também está lutando muito para se tornar um país mais justo. Não foi fácil chegar onde chegamos, como também não é fácil chegar onde desejam muitos dos que foram às ruas. Só tornaremos isso realidade se fortalecermos a democracia – o poder cidadão e os poderes da República.






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Caixinha de leniência? A lava jato virou uma " teta de toga!"





O assunto já tinha surgido, estranhamente, na “ajudinha” doJuiz Sergio Moro para a Polícia Federal do Paraná que estaria “sem dinheiro” para pagar luz e conserto de automóveis – e comprovou-se que não estava.

Agora, porém, toma dimensões assustadoras.

Noticia a Folha que os promotores da “Força Tarefa” – um ente, aliás, sem existência jurídica – está incluindo uma “caixinha” de 10% para si mesma nos acordos de leniência  com as empreiteiras envolvidas na Lava Jato.

10% nos “grandes” acordos, aliás, porque a taxa é de 20% nos de menor valor.

Nos dois acordos em negociação, segundo a Folha os “acordos renderiam, ao longo dos próximos anos, R$ 170 milhões aos órgãos que cuidam das investigações”. O próprio “decano” da “Força”, Carlos Fernando de Lima, admite que ” a força-tarefa pode arrecadar mais de R$ 300 milhões”.

Será possível que não escandalize ninguém que um grupo de promotores tenha nas mãos uma fortuna destas para “distribuir” a unidades policiais – e a quem mais, empresas, ongs, o que seja? – a seu exclusivo critério, ou “combinado” com o Dr. Sérgio Moro?

Com que tipo de critério, com que tipo de acompanhamento, com que controle financeiro?

Ah, mas os objetivos são nobres, “combater o crime e a corrupção”…

Boas intenções, como se sabe, lotam o inferno…

Não falta dinheiro ao Ministério Público e ao Judiciário, como se vê pelos vencimentos e montes de penduricalhos que se auto concedem em seus contracheques.

A ideia de uma “caixinha do bem” é tão repugnante como qualquer outra caixinha. Dinheiro público tem de ir para a conta do Tesouro, mesmo reservado a fundos específicos, que sejam voltados para o combate ao crime.

Do contrário, estaremos instituindo um poder fora dos Poderes, que pode financiar, a seu bel prazer, setores da polícia e da Justiça. Quem sabe, até, para aplicar em campanhas político legislativas, com a das das “medidas contra a corrupção”, com que o Ministério Público quer usurpar as funções legislativas.

O que está acontecendo é muito grave: a criação do PMP, o “partido do Ministério Público”, que não precisa de votos, tem um “fundo” milionário para dispor e, desagradado por alguém, ainda pode desmoralizar publicamente quem quiser com acusações.

A “República de Curitiba” parece estar montando sua própria estrutura de impostos.

O que mais falta para se constituir em um “estado” dentro do Estado?

Via: Tijolaço


"Moro não é Deus!"





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Mais um showzinho do "MOZO" EL TUCANALHA x PT