30 deputados pedem a Janot que investigue relação deoffshores com Globo e FHC
Um antigo amigo da família de FHC mandou a mensagem abaixo
ao DCM:
Dona Ruth soube desfrutar bem do poder ao lado do marido
presidente. A família Cardoso nadou de braçada nas benesses da presidência.
Uma das filhas, a Luciana Cardoso, bióloga desempregada, foi
contratada pelo Palácio do Planalto para ser secretária pessoal do pai
presidente com salário pago pelo governo. Parecia uma sombra perdida dentro do
seu gabinete.
Depois dos oito anos ganhando sem fazer nada, foi contratada
pelo senador Heráclito Fortes, do DEM. Nunca apareceu no gabinete, o caso se
tornou publico recentemente e ela desapareceu.
FHC fez o mesmo com a irmã da Mirian Dutra. Acho que é uma
especialidade dele arrumar a vida dos amigos e parentes com dinheiro público.
Beatriz, pedagoga da USP, teve alguns de seus livros adotados pelo ministério
da Educação e distribuídos pelo governo. O então marido de Beatriz, David
Zilberstein, foi nomeado para presidir a Agência Nacional do Petróleo. O filho
Paulo virou playboy. Nos anos 90 ele foi contratado pela Manchete para não
fazer nada. Uma vez perguntei a um diretor da Manchete como estava o Paulo e ele
respondeu: tem uma bela Mercedes.
O Paulo foi casado com a filha do Magalhães Pinto, o civil
mineiro que comandou o golpe militar em Minas Gerais que resultou na cassação
do próprio FHC. Consta que o Paulo fez vários negócios com o governo FHC. Um
deles teria sido a montagem de um estante do Brasil 500 anos na Alemanha que
custou aos cofres públicos 10 milhões de dólares. Detalhe, o estande não teria
sido entregue.
O chefe de gabinete do Gilberto Carvalho me contou que o
Paulo, no começo do governo Lula, ligava bastante para o Palácio como lobista
de grandes empresas. A ordem do Gilberto era atender gentilmente a ligação e
não dar prosseguimento aos pedidos.
Já dona Ruth recebeu do marido no final do segundo mandato a
permissão para usar uma mansão do governo federal onde instalou sua ONG
privada, Comunidade Solidária. FHC ainda destinou para a ONG uma verba de 400
mil reais por ano para manutenção do prédio.
O imóvel fica na Avenida Angélica bem perto do apartamento
onde o casal morava em Higienópolis. Um bairro de grã-finos para atender pobres
que vivem nas periferias.
Ela usou esse imóvel até morrer, era uma espécie de
escritório pessoal. Nunca foi incomodada pelo governo Lula. Imagina se a
família do Lula tivesse feito o mesmo que a do FHC?
No início dos anos 60 o casal Cardoso morou com os pais de
FHC na Rua Nebraska no Brooklin Novo. Na época eles já tinham os três filhos.
No início dos anos 60, FHC comprou um lote pequeno no
Morumbi onde, muitos anos depois, construiu sua primeira casa. Uma construção
rústica, mas a casa era confortável. Foi ali que a família viveu quando
voltaram do “exílio” de FHC. Por causa dos assaltos no bairro, o casal vendeu a
casa e comprou um apartamento de classe média alta na Alameda Joaquim Eugênio
de Lima no lado da Bela Vista, bem perto da maternidade Pro Mater Paulista.
Ali eles moraram por uns 10 anos. Já no fim dos anos 80 a
família muda em definitivo para Higienópolis. FHC tinha também uma casa de
campo em Ibiúna. Era uma espécie de condomínio entre amigos.
Cada um construiu sua própria casa e desfrutavam de uma
mesma piscina. Tudo muito compatível com os rendimentos do casal Cardoso. Não
consigo entender o crescimento do patrimônio em tão pouco tempo. Dona Ruth era
filha de um contador muito simples em Araraquara. FHC filho de um militar com
poucas posses.
Via DCM em 2/3/2016
Acho que Moro não tem estas informações.
Já imaginou quando estas chegar aos ouvidos de Moro?
Na verdade acredito que Moro não sabe quem é FHC muito menos quem foi FHC.
***



Nenhum comentário:
Postar um comentário