E como o Lula e o Hélio Costa transferiram a concessão de canais?
O Conversa Afiada reproduz outra bomba atômica que o Fernando Brito deposita no colo do Moro (e do Lula ...):
Como uma empresa de R$ 1mil se transformou nas OrganizaçõesGlobo. E como Lula transferiu a elas as concessões dos canais
Espero que o Ministério Público, a Polícia Federal e o Dr.
Sérgio Moro, que estão loucos atrás dos filhos do Lula, mande investigar outros filhos – os do
Roberto Marinho – pela transformação de
uma microscópica empresa, aberta com capital social de R$ 1.400 (isso mesmo,
mil e quatrocentos reais) no ano 2000 virou, hoje, as Organizações Globo Participações,
com capital registrado de R$ 7.961.759.235,74 (Sete bilhões, novecentos e
sessenta e um milhões, setecentos e cinquenta e nove mil e duzentos e trinta e
cinco reais e setenta e quatro centavos) e dona das concessões dos canais de
televisão no Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.
E se houve favorecimento ao ex-presidente Lula para assinar
o decreto de 23 de agosto de 2005 que fez esta transferência.
Para ajudar esse povo que tem muito trabalho arrancando
delações depois de manter pessoas na cadeia por meses seguidos, vou ser cronológico
e documental.
Acompanhe a história do CNPJ 03.953.638/0001-35.
Ele foi atribuído, no
dia 13 de julho do ano 2000, à empresa 296 Participações SA, registrada na
Junta Comercial do Estado de São Paulo, com capital social de R$ 1 mil,
pertencendo ao advogado Eduardo Duarte, CPF
024.974.417-15, como se vê na reprodução abaixo e você pode conferir na
certidão expedida pela Junta.
Assim ficou até 2003, quando Rangel foi substituído por
Simone Burck, sócia de Eduardo Duarte.
Mas porque Eduardo Duarte abriu a empresa? Para vender.
Ele confirma numa entrevista à Istoé a profissão de “abridor
de empresa” e nega ser laranja: Afirma que, ao contrário do que diz a PF, não é
mais sócio das empresas que estão com Dantas. “Se você vende um carro para
alguém e o cara sai matando pelas ruas, você não pode ser acusado por isso”…
A empresa era “de prateleira, tanto que não registra nenhuma
receita e registra, em 2003, um prejuízo
de R$ 700.
Então, em 2005 aparecem os compradores : os três irmãos
Marinho – Roberto Irineu, José Roberto e
João Roberto.
Assumem seu controle,
mudam seu nome para Cardeiros Participações SA e a sede para o Rio.
Uma trabalheira aparentemente sem sentido para uma empresa
de R$ 1 mil não é?
Enquanto tudo isso acontecia, a Cardeiros, ex-296, ainda com o capital de
R$ 1,4 mil (no dia 23 de junho, quando já não respondia pela 296, Eduardo
Duarte registrou, retroativamente a fevereiro, um aumento de R$ 400 no capital
– deixo aos contadores que expliquem as possíveis razões) requeria pelo
Processo Administrativo no 53000.034614/2005-74 a transferência para si das
concessões, agora que era a detentora do controle total da Globo Participações.
Pediu e levou o Decreto assinado por Lula e pelo seu
ex-funcionário Hélio Costa, então Ministro das Comunicação.
E assim, finalmente, o que se tem hoje é apenas a Globo
Participações, registrada no Ministério da Fazenda sob o mesmo CNPJ 03.953.638/0001-35
da modestíssima 296 Participações de R$ 1 mil.
Imagine o que o Dr. Sérgio Moro faria com este CNPJ fosse de
uma das empresas investigadas na Lava jato.
Pense só na matéria da Globo pegando estes documento e
ampliando as datas, nomes e valores na tela da tevê de milhões de pessoas.
Que escândalo, não é?
Mas, como é a Globo, só num pobre blog como este, sem equipe
de repórteres, sem estrutura e só com os poucos recursos que seus leitores
“pingam” (com a minha imensa gratidão) você lê a história sobre como um dos
maiores conglomerados de comunicação do mundo usa o abrigo de uma empresinha de
prateleira de valor risível.
Os jornais, mesmo, estão ocupados com um barquinho de lata.
Via: Conversa Afiada.
Diante da notícia da Rede Brasil Atual de que a empresa que
tem em seu nome a mansão de praia dos irmãos Marinho em Paraty — a Agropecuaria
Veine Patrimonial — tem ligação com empresa sob investigação na Operação Lava
Jato, submetemos o assunto a um investigador com vasta experiência no
rastreamento de empresas — no Brasil e no Exterior.
Ele, TC, fez um
relatório inicial sublinhando que a menção a nomes não implica envolvimento em
qualquer tipo de irregularidade.
De acordo com nosso investigador, a mansão dos Marinho está
em nome de uma empresa que tem como sócia a Vaincre LLC, que por sua vez é
controlada pela Camille Services, que por sua vez representa a Mossack Fonseca
& Co., investigada na Operação Lava Jato. A licença da Vaincre nos Estados
Unidos “expirou” duas semanas depois de deflagrada a Operação Lava Jato.
Leia a íntegra do relatório:
A Agropecuária Veine Patrimonial Ltda foi criada em São
Paulo em 12 de março de 2004 com o nome de MB Junior Patrimonial e
Investimentos Imobiliários Ltda.
Os sócios eram os advogados Miguel Bechara Junior e Caroline
Silva Galvão de Alvarenga Casanova. O endereço oficial da empresa era Alameda
Campinas, 1051, o mesmo do escritório de Bechara, especialista em Direito
Tributário.
Em 28 de abril de 2004, ou seja, 46 dias depois de criada,
teve capital social alterado para R$ 10 mil e nome trocado para Agropecuária
Veine Patrimonial Ltda.
Os advogados saíram da sociedade e entraram a Blainville
International Inc., com participação na sociedade de R$ 9.000,00 e Lucia Cortes
Pinto, com participação de R$ 1.000,00.
O contador Jorge Luiz Lamenza foi nomeado procurador da
Blainville e administrador da empresa. A atividade econômica foi alterada para
atividades de consultoria em gestão empresarial.
Por fim, a sede foi transferida para o mesmo endereço de
Lamenza, na Rua Dom Gerardo, 46 – 6º andar, Centro, no Rio de Janeiro.
Diante da notícia da Rede Brasil Atual de que a empresa que
tem em seu nome a mansão de praia dos irmãos Marinho em Paraty — a Agropecuaria
Veine Patrimonial — tem ligação com empresa sob investigação na Operação Lava
Jato, submetemos o assunto a um investigador com vasta experiência no
rastreamento de empresas — no Brasil e no Exterior.
Ele, TC, fez um
relatório inicial sublinhando que a menção a nomes não implica envolvimento em
qualquer tipo de irregularidade.
De acordo com nosso investigador, a mansão dos Marinho está
em nome de uma empresa que tem como sócia a Vaincre LLC, que por sua vez é
controlada pela Camille Services, que por sua vez representa a Mossack Fonseca
& Co., investigada na Operação Lava Jato. A licença da Vaincre nos Estados
Unidos “expirou” duas semanas depois de deflagrada a Operação Lava Jato.
Leia a íntegra do relatório:
A Agropecuária Veine Patrimonial Ltda foi criada em São
Paulo em 12 de março de 2004 com o nome de MB Junior Patrimonial e
Investimentos Imobiliários Ltda.
Os sócios eram os advogados Miguel Bechara Junior e Caroline
Silva Galvão de Alvarenga Casanova. O endereço oficial da empresa era Alameda
Campinas, 1051, o mesmo do escritório de Bechara, especialista em Direito
Tributário.
Em 28 de abril de 2004, ou seja, 46 dias depois de criada,
teve capital social alterado para R$ 10 mil e nome trocado para Agropecuária
Veine Patrimonial Ltda.
Os advogados saíram da sociedade e entraram a Blainville
International Inc., com participação na sociedade de R$ 9.000,00 e Lucia Cortes
Pinto, com participação de R$ 1.000,00.
O contador Jorge Luiz Lamenza foi nomeado procurador da
Blainville e administrador da empresa. A atividade econômica foi alterada para
atividades de consultoria em gestão empresarial.
Por fim, a sede foi transferida para o mesmo endereço de
Lamenza, na Rua Dom Gerardo, 46 – 6º andar, Centro, no Rio de Janeiro.







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