Cientistas da Armênia e Grã-Bretanha criaram um mapa sobre a
possível localização de supercivilizações antes da Grande Explosão (Big Bang).
Vladimir Tyurin-Avinsky, da Academia Internacional de
informatização, opina que esta teoria amplia os horizontes quanto à criação do
mundo.
A teoria em questão defende a possível existência de
supercivilizações antes da criação do Universo. A descoberta pertence ao físico
e matemático Vaagn Gurzadyan, do Laboratório Científico Nacional Artyom
Alikhnyan, em Erevan, e Roger Penrose, da Universidade de Oxford.
Na sua descoberta, os cientistas examinam o mapa de radiação
cósmica de fundo, cujos dados são apresentados no contexto da cosmologia
cíclica por eles criada.
De acordo com suposições de físicos e matemáticos, o nosso
Universo se desenvolve em ciclos, e a Grande Explosão foi só um momento da sua
"reinicialização".
Antes disso, o Universo foi supostamente povoado por
civilizações muito desenvolvidas, cujos vestígios ainda podem ser vistos
atualmente. De acordo com os cientistas, as civilizações desaparecidas sabiam
como transferir informação através de colisões de buracos negros.
Um dos cientistas que fizeram a descoberta, Vaagn Gurzadyan,
divulgou em entrevista à Sputnik, que a considera mais matemática do que
fantástica.
“De acordo com os físicos, as civilizações perdidas eram
capazes de transmitir informações através da colisão de buracos negros. Estas
hipotéticas mensagens podem conter informações de como era o Universo antes da
Grande Explosão, bem como advertências para os habitantes do Novo Mundo. Os
cientistas esperam que a humanidade possa decifrar essas mensagens num curto
prazo de tempo”, disse.
O geólogo Vladimir Tyurin-Avinsky opinou à Sputnik que a
nova teoria de Gurzadyan e Penrose é bastante interessante.
"A descoberta é bastante interessante. Ela, no geral,
coincide com a minha visão de criação do mundo. Ao mesmo tempo, acho que o Big
Bang não foi nada mais do que uma possível injeção de uma substância, energia
ou algo mais no nosso espaço tridimensional", disse.
Segundo ele, há muitas provas de que supercivilizações
realmente existem, mas ele opina que o trabalho nesta direção deve ser
continuado porque ainda há muitos mistérios no Universo.
Via: SPUTNIK
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