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domingo, 10 de março de 2019

Brasil sabotado, saqueado e de joelhos aos EUA




247 – O ex-senador Roberto Requião (MDB-PR), que foi também governador do Paraná, condenou duramente o acordo celebrado entre Lava Jato, Estados Unidos e Petrobras para a criação de uma fundação privada, que receberá R$ 2,5 bilhões da estatal, que, em contrapartida, entregará todas as suas informações confidenciais ao governo norte-americano. "É um escárnio. Ou ele é paranóico, no combate à corrupção, ou é um agente da CIA", afirma. "A força-tarefa da Lava Jato não tem competência para gerir orçamento público e o que está sendo criado é um estado paralelo".

Requião diz que a tomada do petróleo brasileiro explica o golpe contra Dilma e a prisão de Lula. "Se o Lula tivesse entregue o pré-sal lá atrás, como eles queriam, nada disso teria acontecido." Requião também prevê que Jair Bolsonaro não dura seis meses no cargo. "É muita bobagem, uma atrás da outra". O senador questiona o entreguismo do atual governo, de todas as riquezas nacionais, e também questiona: "onde estão os militares nacionalistas?" Sobre o general Hamilton Mourão, ele afirma que, se estiver traindo Bolsonaro, está fazendo um bem ao Brasil. "Traidor é quem entrega as riquezas nacionais."

Inscreva-se na TV 247, assista o Boa Noite 247 e leia aindaa reportagem do Conjur sobre o acordo Lava Jato-Petrobras-EUA:




Por Fernando Martines, do Conjur – Ao que tudo indica, a "lava jato" se tornou um canal para o governo dos Estados Unidos ter acesso aos negócios da Petrobras. A multa de R$ 2,5 bilhões que será desviada do Tesouro para um fundo gerido pelo Ministério Público Federal, na verdade, inicialmente seria paga ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ). Em troca do dinheiro vir para o Brasil, a Petrobras se comprometeu a repassar informações confidenciais sobre seus negócios ao governo norte-americano.

Em troca de dinheiro da Petrobras ficar no Brasil, empresa garantirá aos EUA acesso a informações comerciais sigilosas, inclusive patentes, mostram acordos

Tudo isso está previsto no acordo assinado pela estatalbrasileira com o DoJ em setembro de 2018, conforme notou reportagem do site Jornal GGN. O acordo diz que a Petrobras pagaria US$ 853 milhões de multas para que não fosse processada pelos crimes de que é acusada nos EUA. Só que em janeiro foi divulgado que boa parte desse dinheiro será enviado ao Brasil — clique aqui para ler o acordo, em inglês.

A grande jogada é que o dinheiro deveria ir para o Tesouro. Pelo menos é o que vem decidindo o Supremo Tribunal Federal sobre a destinação das verbas recuperadas pela "lava jato". E o acordo da Petrobras com o MPF prevê o depósito do dinheiro numa conta vinculada à 13ª Vara Federal de Curitiba e gerido por uma fundação controlada pelo MPF — embora eles jurem que apenas vão participar do fundo.

A parte principal do acordo com o DoJ trata das obrigações da estatal brasileira de criar um programa de compliance e um canal interno de relatórios de fiscalização. Mas os anexos é que tratam do principal: o destino do dinheiro em troca das informações sobre as atividades da Petrobras.

"Os relatórios provavelmente incluirão informações financeiras, proprietárias (de patentes), confidenciais e competitivas sobre os negócios (da empresa)", diz uma cláusula do acordo com o DoJ.

E a intenção parece mesmo ser transformar dados sobre a estatal em ativos do governo americano: "Divulgação pública dos relatórios pode desencorajar cooperação, impedir investigações governamentais pendentes ou potenciais e, portanto, prejudicar os objetivos dos relatórios requeridos. Por essas razões, entre outras, os relatórios e o conteúdo deles são destinados a permanecer e permanecerão sigilosos, exceto quando as partes estiverem de acordo por escrito, ou exceto quando determinado pela Seção de Fraude e a Secretaria (Office), pelos seus próprios critérios particulares, quando a divulgação promoveria o avanço da execução das diligências e responsabilidades desses órgãos ou que seja de outra forma requeridos por lei", afirma o termo do acordo.

A interferência do DoJ vai até o ponto de quem pode ou não ser funcionário e diretor da Petrobras. "A companhia [Petrobras] não irá mais empregar ou se afiliar com qualquer um dos indivíduos envolvidos nos casos desta ação. A companhia deve se engajar em medidas corretivas, incluindo repor seus diretores e a diretoria executiva".

MPF e DoJ
A relação entre investigadores brasileiros e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos parece já ser algo maduro. Em maio de 2018, o advogado Robert Appleton, ex-procurador do DoJ, disse em entrevista à ConJur que as relações entre as autoridades de persecução penal do Brasil e dos EUA hoje são, em regra, informais.

O compartilhamento de provas, evidências e informações, diz ele, é feito por meio de pedidos diretos, sem passar pelos trâmites oficiais — essa etapa é cumprida depois que os dados já estão com os investigadores, segundo Appleton.

NSA
Nunca é demais lembrar que o esquema de espionagem internacional de larga escala montado pelo governo dos EUA voltou suas baterias contra o Brasil e, especialmente, a Petrobras.

Documentos divulgados em 2013 por Edward Snowden, ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), mostraram que as comunicações da ex-presidente Dilma, do Ministério de Minas e Energia e da Petrobras foram monitoradas pela NSA.

À época, Snowden disse que a espionagem tinha como alvo as tecnologias envolvidas na exploração de petróleo na camada do pré-sal. De acordo com as reportagens feitas pelo jornal The Guardian e pela TV Globo na época, o programa da NSA tinha o objetivo de proteger os EUA de ameaças terroristas. No caso do Brasil, no entanto, os objetivos eram puramente comerciais.

Clique aqui para ler o acordo entre Petrobras e EUA











Sem Censura 🎭🎨
CCCP HLVS 🚩✌

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Rússia envia 300 toneladas de ajuda humanitária para a Venezuela




Fonte: tvi24

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou, na segunda-feira, que a Rússia enviou 300 toneladas de ajuda humanitária para os venezuelanos, que deverá chegar na quarta-feira ao país.

  • Todos os dias temos assistência humanitária internacional. Na quarta-feira vão chegar 300 toneladas de ajuda e assistência humanitária da Rússia", disse.


Nicolás Maduro falava em Caracas, num conselho presidencial de ciência, tecnologia e inovação, durante o qual voltou a rejeitar a ajudahumanitária oferecida pelos Estados Unidos, e outros países, que se encontra na Colômbia, Brasil e no Curaçau, à espera de autorização para entrar no país.

  • Vão chegar ao Aeroporto de Maiquetía (o principal do país) medicamentos de alto custo para ajudar o povo. Isso sim, já pagámos, com a nossa mão, com a ajuda da Rússia, da Turquia, da China e da ONU", disse.

Referindo-se à ajuda norte-americana, Maduro acrescentou: "Roubaram-nos 30 milhões (de dólares em contas congeladas devido a sanções impostas pelos EUA) e oferecem-nos 20 milhões, em comida podre, contaminada".

  • Não somos mendigos de ninguém nem vamos fazer da Venezuela honorável uma Venezuela de mendigos. Não vamos aceitar. Aqui há suficiente dignidade, subestimam a dignidade de um povo", frisou.

Por outro lado, precisou que "há países que através da ONU estão a oferecer apoio" à Venezuela e que Caracas respondeu "muito, ordenadamente, com o seu certificado".

Para tal, Caracas vai entregar uma listagem de medicamentos e princípios ativos (dos medicamentos) que os venezuelanos necessitam.

Rússia enviará legalmente 300 toneladas de ajuda humanitária para a Venezuela





Presidente Nicolas Maduro anunciada chegada de 300 toneladasde ajuda humanitária russa





Editora-chefe do RT e Sputnik comenta bloqueio de materiaisligados à Rússia pelo Facebook


Sputnik Brasil

  • O bloqueio pelo Facebook de vários projetos do canal RT após uma reportagem da CNN é um confronto geopolítico evidente, segundo a editora-chefe da Sputnik e do RT, Margarita Simonyan.


Denúncia do WikiLeaks: Agências de Espionagem dos EUA Ameaçam a Soberania da América Latina.

O fundador do site de denúncias WikiLeaks diz que as agências de espionagem dos EUA representam uma ameaça para a soberania das nações latino-americanas, uma vez que esses países dependem de tecnologias de telecomunicações norte-americanas.

Julian Assange disse através de uma videoconferência na Universidade da República do Uruguai que: A dependência da América Latina em hardware e na manipulação de tráfego controlada por Washington era uma fonte de vulnerabilidade através das agências de espionagens dos EUA, inclusive a CIA, a Agência de Segurança Nacional (ASN) e o FBI. Informou o jornal Rússia Hoje, nessa sexta-feira.

"A penetração da internet em todas as facetas da sociedade, substituindo o correio tradicional, telefone e até mesmo a interação física entre indivíduos, colocou nas mãos dos EUA a informação fornecida pelas telecomunicações para a maioria da humanidade", disse Assange.

O fundador do WikiLeaks referiu-se à crescente popularidade das redes sociais e produtos oferecidos por empresas como o Google, dizendo que os países latino-americanos, sem saber, transferem arquivos pessoais (perfis de seus cidadãos) em sistemas de computador dentro de enormes servidores no Estado da Califórnia, nos EUA. Esses perfis são controlados pelo Google, Facebook, Yahoo e outros.

"Estes são controladas direta ou indiretamente por meio de mecanismos, legais ou não, através dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e as organizações periféricas."

As observações vêm poucos dias depois da Associação da Imprensa dizer que o Departamento de Justiça dos EUA tinha secretamente acessado há dois meses registros telefônicos de seus repórteres e editores.

Assange acrescentou que o governo dos EUA não tinha "demonstrado escrúpulos em seguir suas próprias leis em interceptar essas linhas telefônicas para espionar até mesmo seus próprios cidadãos".

Ele disse ainda que "não existem" leis nos Estados Unidos para evitar que "espione cidadãos de países estrangeiros".





HLVS  HLVS ссср🚩✌

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A lava jato foi a "ponta de lança" para o golpe e o roubo das riquezas do Brasil




A excelente matéria da repórter Cíntia Alves do GGN pode trazer a tona uma questão que intriga qualquer brasileiro ou brasileira que se debruça sobre os efeitos colaterais da Lava-jato: como pode a justiça do país deixar quebrar a indústria nacional tão facilmente.

Os impactos da operação anticorrupção mais famosa da nossa história - com o espetáculo midiático tão pesado seria difícil não sê-la - causaram, no mínimo, um déficit de 140 bilhões de reais, ou 2,5% do PIB, segundo estudo do “insuspeito” tucano Gesner Oliveira.

E a resposta para o porque da Força Tarefa da Operação não ter ligado muito para a quebra da indústria nacional, desde empreiteiras até micro e pequenas empresas indiretamente com tamanha queda do PIB, esta bem clara no documento (oficial!) que o Wikileaks revelou aos brasileiros em 2009.

Segundo a então diretora relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda: “Petrobrás terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.”

Repetindo: poderia prejudicar os fornecedores americanos!

Ou seja, com o Pré-Sal e a Lei da Partilha original - que o entreguista do Temer conseguiu alterar na câmara - os fornecedores americanos se sentiram ameaçados e implementaram um Lobby pesado no Senado para acompanhar os trâmites sobre as regras da exploração de águas ultra-profundas. O consulado americano, inclusive, definiu a estratégia de “recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro” [na época, a esperança era a vitória do Serra em 2010 para mudar a lei].



Pois bem, qual o primeiro projeto do José Serra, citado no telegrama, quando virou senador pelo estado de São Paulo em 2014? Mudar, justamente, as regras da Lei da Partilha que contrariavam as petrolíferas internacionais no telegrama.

Bom, Carla Lacerda, da Chevron, disse em 2009 que “Eles [governo Lula] são os profissionais e nós [lobistas das empresas de petróleo] somos os amadores”.

Parece que as empresas aprenderam direitinho que a joia rara do lobby estava mesmo era no judiciário, pois o legislativo não tem muita credibilidade para trabalhar temas escancaradamente entreguistas contra uma figura da popularidade do ex-presidente Lula.

Assim, Moro e o Ministério Público quebraram a indústria nacional e abram caminho para que os fornecedores americanos pudessem lucrar com o mercado nacional (tem dúvidas? Então veja com carinho que a GE Oil &Gás comprou a Baker Hughes numa operação bilionária em plena crise).

O Tio-Sam usou o Serra enquanto pode, mas se “profissionalizou”  e apostou as fichas mesmo em Moro e Dallagnol para destruir o capital produtivo do país e abrir as portas para as multinacionais estrangeiras continuarem a abusar  do Brasil e impedir que nossa soberania nacional nos fizesse protagonistas no mercado mundial para que continuemos como uma mera colônia a ser explorada pela elite mundial.

A Chrevon de Lacerda aprendeu, afinal, que não deveria ser amadora, pois não há espaço no Brasil para tais pessoas.




Lava Jato e cooperação norte-americana


 A Lava Jato irrompe em meados de março de 2014, a partir de uma interceptação de esquema ilegal do doleiro Alberto Yousseff, que desencadeou a operação que iria apurar irregularidades na gestão da Petrobrás, o que acabou por tornar-se ao longo do tempo em uma operação política contra o Partido dos Trabalhadores, Lula e Dilma.

A Lava Jato tem uma colaboração Jurídica norte-americana para investigar a Petrobrás, “cooperação” entre aspas, que na geopolítica poderia ser considerado como entregar aos americanos, informações comerciais, estratégicas e também uma cooptação maior do Estado Norte-Americano e seu objetivo político.

A tal “associação” entre Lava Jato, pode ser classificada como continuação da espionagem americana, como afirmam petroleiros [ leia aqui ] e deles tem uma influência grande no trato jurídico e político da questão da Petrobrás.

Moro e o treinamento nos EUA




Documentos do governo dos EUA vazados pelo Wikileaks revelam o treinamento de Sergio Moro e mostram como os trabalhos do juiz federal e da Lava Jato sofrem influência daquele país. O informe cita ainda assessoria externa em ‘tempo real’ para os brasileiros. Pontos a serem analisados:

Sergio Moro participou do seminário na condição de palestrante, em outubro de 2009, expondo de acordo com o telegrama recebido pelos governo dos EUA, as “15 questões mais frequentes nos casos de lavagem de dinheiro nas cortes brasileiras”. O que denota a aproximação do juiz em questão com o Departamento de Estado norte-americano.

Para os agentes do EUA envolvidos no projeto, “(…) há necessidade continuada de assegurar treinamento a juízes federais e estaduais no Brasil, e autoridades policiais para enfrentar o financiamento ilícito de conduta criminosa. (…) Idealmente, o treinamento deve ser de longo prazo e coincidir com a formação de forças-tarefa de treinamento. Dois grandes centros urbanos com suporte judicial comprovado para casos de financiamento ilícito, especialmente São Paulo, Campo Grande ou Curitiba, devem ser selecionados como locação para esse tipo de treinamento.”- Cooptação política dos mesmos operadores do direito, o que prova é a Lava Jato mirar unicamente o PT em suas “operações de fato” ( recentemente FHC passou a “ser investigado” mas o processo demora, até a defesa da mulher de Eduardo Cunha teve 4 meses para sua defesa)

" Começa o plano B dos grandes centros financeiros do mundo". Agora começa a Grande Batalha do Atlântico Sul.



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