247 – Gestores dos restaurantes do Bom Prato, programa
estadual que oferece refeições a R$ 1, ameaçam encerrar as atividades em São
Paulo.
Em uma carta-manifesto com 20 assinaturas, eles afirmam que
estão à beira de um “colapso financeiro” e oferecem “alimentação de qualidade
inferior ao padrão”, por falta de recurso. Exigem aumento de subsídio do
governo Alckmin (PSDB).
O secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano
Pesaro, por sua vez, sugere que as unidades troquem os itens mais caros do
cardápio. “Se o feijão mulatinho está caro, comprem feijão preto”, afirmou, em
entrevista ao “Estado de S. Paulo”.
De acordo com as entidades, a defasagem acumulada desde 2006
é de 34,15% no custo do almoço e de 17,99% no café da manhã.
Pesaro minimiza o problema e diz que não há risco de o
serviço ser interrompido. “Não há queda de qualidade, nem de caloria, nem
produto. O que pode haver é substituição. Frango no lugar da carne, por
exemplo” – leia aqui.
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