Muçulmanos turcos reuniram em frente à embaixada israelense
em Ancara para expressar solidariedade com os palestinos.
Aceitando a convocatória da Organização dos direitos humanos
e solidariedade para as pessoas oprimidas, cidadãos comuns e varias ONGs se
reuniu na sexta-feira por ocasião do Dia Mundial da Al-Quds.
Indignado gritavam "Morte a Israel e patrocinadores
regionais de sionistas”!”““,” Viva a Intifada palestina e unidade da comunidade
muçulmana" e assim como “Israel! fora da Palestina", a fim de
defender a nação palestina contra as atrocidades e crimes do regime de Tel
Aviv.
Por sua parte, o diretor de Mazlumder, Omer Faruk Unsal,
disse que os muçulmanos devem defender a libertação de Al-Quds (Jerusalém) e
apoiar os seus irmãos e irmãs palestinos. "Nós não podemos sentir-nos em
paz até que a nação palestina se livre totalmente de ocupação israelense",
disse ele.
Ele também expressou sua oposição clara ao acordo selado em
junho passado 26 entre Ankara e regime de Tel Aviv para normalizar as relações
bilaterais congeladas após o assalto protagonizado em maio 2010 por soldados
israelenses contra um comboio humanitário turco que viajava para Gaza Gaza para
entregar ajuda.
No ataque, 10 ativistas turcos foram mortos, de modo que a
Turquia suspendeu as suas relações com esse regime.
"Este acordo é inaceitável e não atende a exigência do
povo turco que pede fim ao cerco israelense imposto a Faixa de Gaza e contradiz
as petições das famílias dos mártires de assalto em 2010, uma vez que impede
seus autores sejam levados à justiça", lamentou. Embora o presidente
turco, Recep Tayip Erdogan, acredita que seu país precisa o regime israelense,
a oposição turca critica relações turco-israelense e garante que os turcos
"não precisam" ter ligações com esse regime.
Por: Wanderley Liberato
vídeo mostra como um soldado do regime israelense
brutalmente preso uma criança palestina de 12 anos, durante uma manifestação
pacífica na aldeia de Nabi Saleh contra o confisco de terras palestinas para
expandir o assentamento ilegal de Halamish pelo regime de Tel Aviv.
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