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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Escalada na crise venezuelana gera problemas ao Brasil



Sputnik Brasil


Com o embate entre Maduro e Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente, a tensão aumenta no país e pode gerar impactos em Roraima. A escalada na guerra de palavras entre Brasília e Caracas desenha um complicado problema no horizonte: como manter o estado funcionando caso o fornecimento de energia elétrica venezuelana seja interrompido.

"O Brasil tentou integrar o sistema elétrico de todos os territórios nacionais. No passado, estados como Acre, Amazonas e Rondônia não estavam [integrados]. Porém, para se dimensionar a dificuldade técnica, para chegar até Roraima é preciso construir uma linha de transmissão que atravessa o rio Amazonas, o que demanda cabos submersos ou extensão por linhas de transmissão em torres extremamente fortes para aguentar o vão", explica o engenheiro.

"Somos um dos países que mais recebem incidência de luz solar durante o ano. Instalem uma usina solar de 250 Megawatts. Infelizmente também estamos atrasados nisso. Brasília ainda não percebeu a vantagem da energia solar como complementar a outras fontes", critica.


Sputnik Brasil


Brasil incita comunidade internacional a se juntar ao'esforço de libertação' da Venezuela


Um comboio com ajuda humanitária tentou entrar na Venezuela a partir do território brasileiro nesse sábado (23), mas foi detido em um posto de controle alfandegário. Antes disso, o presidente venezuelano Nicolás Maduro chamou a entrega da ajuda dos EUA de "pretexto para destruir a independência e a soberania" do Estado.

O Brasil pediu à comunidade internacional que se junte nos "esforços pela libertação" da Venezuela. O comunicado ocorre após a tentativa fracassada de entregar ajuda humanitária ao país, informou a Reuters.


Sputnik Brasil



Segundo um correspondente da Sputnik, um grupo do quadro de funcionários do consulado da Colômbia deixou a Venezuela à pé neste domingo (24). O grupo deixou o país acompanhado pela polícia.

Três funcionários da missão diplomática na Colômbia deixaram a Venezuela neste domingo (24) ao lado de suas famílias.

Os diplomatas, acompanhados pela polícia venezuelana, cruzaram a fronteira entre os países na cidade de San Antonio del Tachira.

No sábado (23), o presidente venezuelano Nicolás Maduro cortou relações diplomáticas e políticas com a Colômbia, ordenando que os diplomatas colombianos deixassem o país em 24 horas.
A decisão vem em meio à tensão gerada por tentativas da oposição de garantir entrada de ajuda humanitária sem autorização na Venezuela. A oposição liderada pelo autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, chegou a realizar manifestações com confrontos na fronteira venezuelana a fim de garantir a entrada da ajuda humanitária.

O governo de Nicolás Maduro acredita que a ajuda humanitária de determinados países abertamente opositores é uma manobra para retirá-lo do poder.


Sputnik Brasil


Com Mike Pence e Juan Guaidó, Grupo de Lima discutirá amanhãa crise na Venezuela


O Grupo de Lima realizará uma reunião na capital colombiana na segunda-feira (25) para discutir os últimos acontecimentos na Venezuela, bem como os esforços em curso dos EUA para fornecer ajuda humanitária ao país.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, e o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, também participarão do encontro e conversarão entre si.

Tentativas de trazer ajuda não autorizada para a Venezuela desencadearam confrontos entre a polícia venezuelana e manifestantes no sábado (23). As forças de segurança locais tentavam impedir que caminhões com ajuda humanitária cruzassem a fronteira do país sem permissão.
O Grupo de Lima é formado por 14 Estados membros, a maioria dos quais criticou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e reconheceu Guaidó como o líder interino do país.

Rússia, China, México e Turquia apoiam a apoiam Maduro como presidente legítimo da Venezuela e pedem o diálogo para solucionar a crise. O presidente da Venezuela acredita que as entregas de ajuda humanitária são uma manobra para derrubar seu governo.


Redes Sociais:


Bom dia 247: dia decisivo na Venezuela












 ★☭★ “DEFENDERLA SOBERANÍA DE VENEZUELA, ES DEFENDER LASOBERANÍA DE TODA AMÉRICALATINA ” ★☭★ Evo Morales




Nathalie Cardone - Hasta siempre Comandante




Sem Censura 🎭🎨

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Maduro anuncia fechamento da fronteira venezuelana com o Brasil




Presidente avalia fazer o mesmo com a divisa com a Colômbia. Oposição planeja entregar ajuda humanitária no dia 23


METRÓPOLES
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (21/2) que o país vai fechar a fronteira com Brasil esta noite, por tempo indeterminado. A informação foi divulgada pela agência Reuters e a emissora Telesur, do regime bolivariano.

A manifestação acontece em meio à pressão para que ele permita a entrada de ajuda humanitária oferecida pelos Estados Unidos (EUA) e por países vizinhos após o pedido do autoproclamado presidente interino Juan Guaidó. Maduro entende a oferta como uma interferência externa na política do país venezuelano.

Na televisão estatal, Maduro disse ainda que avalia o fechamento da fronteira com a Colômbia. Autoridades locais fecharam nesta semana por tempo indeterminado as divisas marítima e aérea com as ilhas caribenhas de Aruba, Curaçau e Bonaire.



BOLSONARO SE UNE AOS EUA CONTRA A VENEZUELA E MADURO RESPONDE COM O ENVIO DE TANQUES PARA A FRONTEIRA COM O BRASIL


APostagem
O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, começou a mobilizar tropas e tanques de guerra para a fronteira entre seu país e o Brasil na tarde desta quarta. É uma reação ao inesperado anúncio da participação do governo brasileira na entrega da ‘ajuda internacional’ urdida pelos Estados Unidos, a partir de um pedido feito pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino. O início das operações dos EUA, Brasil e Colômbia está previsto para o próximo sábado (23).


O envolvimento do Brasil na primeira fase da operação foi uma surpresa até mesmo para a oposição venezuelana e levou funcionários brasileiros a mergulharem num ritmo vertiginoso de trabalho em Brasília para organizar em menos de três dias o envio de medicamentos e alimentos à cidade de Boa Vista, em Roraima, doados pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos, segundo informação de O Globo.


Rússia diz que EUA preparam provocações na fronteira da Venezuela


Sputnik Brasil
Os Estados Unidos estão preparando uma provocação na Venezuela sob o pretexto de entregar ajuda humanitária, que deve ocorrer em 23 de fevereiro. Quem afirma é o vice-representante russo na ONU, Dmitry Polyansky, em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira.

"Aparentemente, estando em um frenesi provocativo, nossos colegas americanos, que agora estão preparando uma provocação flagrante na fronteira colombiana-venezuelana, marcada para 23 de fevereiro, estavam entusiasmados demais e decidiram se envolver em insinuações e notícias falsas no Conselho de Segurança", disse Polyansky.

A declaração apareceu momentos depois que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou que irá fechar a fronteira com o Brasil. De acordo com o líder venezuelano, o anúncio sobre a entrega de ajuda humanitária dos EUA e do Brasil é um pretexto para interferir na política interna da Venezuela.
A Rússia, por sua vez, realizou nesta semana um envio autorizado pelo governo venezuelano de 300 toneladas de ajuda humanitária para a Venezuela.



Caracas: EUA usam países caribenhos para planejar suas operações contra Venezuela


Sputnik Brasil
Os Estados Unidos utilizam os territórios de alguns países caribenhos para planejar suas operações militares contra o governo da Venezuela, denunciou a chancelaria venezuelana.

"A República Bolivariana da Venezuela manifesta a sua inquietude frente a sinais sólidos que indicam a utilização por parte dos Estados Unidos dos territórios de alguns países caribenhos como plataformas para o planejamento e organização de operações de caráter ilegal e terrorista", diz o comunicado.

  • A nota indica que essas operações fazem parte da estratégia dos EUA destinada a "provocar a derrubada do governo legítimo e a imposição de um governo marionete através de um esquema de intervenção direta na Venezuela".


Venezuela: concentração no Amazonas pela paz e contraintervenção 












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  • quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

    General brasileiro integrará Exército dos EUA para barrar 'ameaças' da Rússia e China






    As Forças Armadas brasileiras vão indicar até o fim deste ano um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) das Forças Armadas norte-americanas, informou o almirante Craig Faller, que comanda divisão voltada à segurança americana na América Central, Caribe e a América do Sul.

    China-Russia Military Alliance: D-Day - China-Rússia AliançaMilitar: O Dia D




    A informação foi prestada pelo militar estadunidense no último dia 7 de fevereiro, em uma audiência na Comissão de Forças Armadas do Senado dos Estados Unidos. Se confirmada, será a primeira vez que o representante militar do Brasil ocupará o posto, integrado ao Exército daquele país.


    • "Até o fim do ano o Brasil enviará um general para servir como vice-comandante de interoperabilidade do Comando Sul", declarou Faller durante a audiência, mencionando ainda  que o Brasil foi o primeiro signatário da América Latina do acordo para uso pacífico do espaço ("Space Situational Awareness Agreement").

    A audiência gerou um documento de 20 páginas, nas quais Faller relata o incremento das parcerias no Cone Sul com a Colômbia (primeiro país latino-americano na OTAN) e com o Chile (do maior exército de guerra marítima do mundo – "Rim of the Pacific"). A meta é incrementar a segurança dos EUA.

    "Queremos inimigos que nos temam e amigos que façam parceria conosco", declarou o almirante aos senadores norte-americanos. No total, Faller listou seis países como ameaças aos interesses dos EUA: Rússia, China, Irã e os seus "aliados autoritários" Cuba, Nicarágua e Venezuela.


    Segundo o almirante, tanto Rússia quanto a China "estão expandindo sua influência no Hemisfério Ocidental, muitas vezes à custa dos interesses dos EUA".
    • "[A] Rússia continua a usar a América Latina e o Caribe para espalhar desinformação, coletar informações sobre os Estados Unidos e projetar poder", declarou, acrescentando que o envio de bombardeiros à Venezuela "foi planejado como uma demonstração de apoio ao regime de [Nicolás] Maduro e como uma demonstração de força aos Estados Unidos".

    Já a China é acusada de realizar empréstimos da ordem de R$ 150 bilhões "predatórios e não transparentes", o que o almirante entende que muitos países já perceberam como uma "ameaça que é hipotecar o seu futuro" para Pequim. Faller disse temer pela expansão do uso de tecnologia chinesa na região.

    "Se governos da América Latina e do Caribe continuarem a usar sistemas chineses de informação, nossa habilidade e capacidade de compartilhar informações em rede será afetada", complementou.

    Sobre o Irã, o militar dos EUA mencionou uma ação recente na qual autoridades brasileiras teriam prendido um membro do grupo xiita libanês Hezbollah no país. Ainda sobre o Brasil, Faller adiantou que militares brasileiros participarão de exercícios conjuntos com forças dos EUA.


    • "O Brasil se unirá ao SPMAGTF (Grupo de Trabalho Ar-Terra para Fins Especiais da Marinha) este ano, além de liderar nosso exercício naval multinacional UNITAS AMPHIB", revelou.

    "Com base nessa iniciativa, estamos trabalhando com aliados e parceiros para desenvolver um conceito para uma força-tarefa multinacional capaz de agir em diferentes escalas e que trabalha dentro das estruturas de cooperação de segurança existentes para melhorar nossa capacidade coletiva de responder rapidamente às crises", completou Faller.

    A audiência do militar dos EUA no Senado, porém, gerou reações em Brasília. Ao jornal Valor Econômico, o Ministério da Defesa confirmou o ineditismo da indicação de um general brasileiro para o Comando Sul das Forças armadas norte-americanas. Contudo, a pasta reforçou que isso não significa que o Brasil se engajaria em uma intervenção militar na Venezuela, cogitada pelo presidente estadunidense Donald Trump.

    Maduro: "Nós nos tornaremos o novo Vietnã contra oimperialismo" se os EUA Ataques Venezuela




    Maduro anuncia oficialmente o maior exercício militar dahistória da Venezuela





    O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou oficialmente neste domingo a realização dos exercícios militares de maior escala do país, de acordo com uma transmissão ao vivo do evento.

    Antes do início dos exercícios, o presidente chegou ao estado de Miranda, no norte do país, para averiguar equipamentos militares, incluindo lançadores de foguetes fabricados na Rússia, usados pelas Forças Armadas da Venezuela.



    Os exercícios militares durarão até o dia 15 de fevereiro e serão os maiores e mais importantes 
    exercícios já realizados por Caracas em 200 anos de história, segundo Maduro.
    A situação política na Venezuela se agravou após 23 de janeiro, quando Guaidó se declarou presidente interino do país e foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, Canadá e outros aliados dos EUA, dentre eles Brasil.

    Rússia, México, China, Turquia, Uruguai e vários outros países se manifestaram reafirmando apoio a Maduro como o único legítimo chefe de Estado democraticamente eleito do país.


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    domingo, 10 de fevereiro de 2019

    Petrolífera estatal venezuelana transfere contas de suas joint ventures para banco russo




    Fonte: Sputnik Brasil


    A petrolífera estatal venezuelana PDVSA está transferindo contas bancárias pertencentes a suas joint ventures para um dos maiores bancos russos, o Gazprombank, em meio a sanções dos Estados Unidos, informou a agência de notícias Reuters neste sábado (9).

    De acordo com a agência, a PDVSA instruiu os clientes das joint ventures a transferir os lucros das vendas de petróleo para as novas contas bancárias abertas pelo banco russo.

    A agência também disse que a petroleira venezuelana pediu a seus parceiros estrangeiros de energia que decidam se irão continuar a fazer parte de suas joint ventures. Os parceiros estrangeiros incluem a Chevron Corporation, a Norwegian Equinor e a Total.
    Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA anunciou que Washington havia congelado US$ 7 bilhões em ativos pertencentes à PDVSA para disponibilizar parte do dinheiro para o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó.

    Rússia prepara projeto de apoio à Venezuela no Conselho deSegurança da ONU, diz fonte




    A Rússia preparou um projeto próprio de resolução para ser apresentado no Conselho de Segurança da ONU em apoio à Venezuela, disse uma fonte diplomática à Sputnik International.

    De acordo com informações publicadas na mídia, os Estados Unidos teriam um projeto de resolução a ser apresentado no Conselho de Segurança, porém, apoiando novas eleições presidenciais no país.


    Anteriormente, o chefe do departamento para a América Latina do Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que Caracas não enviou solicitação à Moscou com pedido de assistência militar. O diplomata também acrescentou que a Rússia está aberta ao diálogo com os políticos da Venezuela dispostos a uma discussão construtiva sobre a situação no país latino-americano.

    A tensão política na Venezuela aumentou recentemente quando o líder opositor Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da Venezuela. A medida foi reconhecida pelo governo dos Estados Unidos, Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e outros países.

    Já Rússia, China, México, Turquia e Uruguai estão entre os países que mantiveram apoio à legitimidade do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.




     Vladimir Putin: "Nós advertimos Donald Trump, Brasil ea Colômbia sobre ação militar na Venezuela".




    Irã reafirma apoio a Nicolás Maduro e mostra ao mundo seunovo míssil de cruzeiro de longo alcance.








    Russian army 2019



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