-Aeronave decolou de Belo Horizonte, estava indo em direção
à São Paulo. O copiloto fez o checape externo antes e, estava tudo normal com o
avião, quando a aeronave chegou em São Paulo, “o cara” foi colocar o calço na
roda e, observou que tinha umas perfurações na fuselagem. O Copiloto Disse:
- Não, não, eu fiz o checape externo e estava tudo normal,
estava tudo perfeito! Não tinha nada de errado! O cara então disse:
-Então, vem aqui em baixo e vê! Olha como está o avião por
baixo:
2º Depoimento:
- A gente tem um grupo aqui, que cada um trabalha em uma área
de segurança nacional, e tem o controle da defesa aérea que fica em Recife, e o
outro que fica em Curitiba, chamado ( Cindacta ), que é o centro integrado
tático de defesa e controle do espaço aéreo.
Então, lá ficam os caças, cada vez que tem uma invasão do espaço aéreo, os
caças são acionados para interceptar. Ontem esse objeto foi visto em cima de
Recife por volta das 8:00 hs, às 8:05 hs, ele estava sobre governador
Valadares, só pra você ter uma ideia, de recife a Governador Valadares são: (
2.475 km ). Como é que ele percorreu essa distância em menos de cinco minutos?
Isso aí que você viu, foi ele passando em cima de Governador Valadares a ( 70
Mil pés ), sentiu né? E, você viu o que
aconteceu com a aeronave que passou na mesma rota? “ A aeronave narrou” que viu
um clarão e, depois tremeu em baixo da aeronave, e eles ficaram assim, meio
assustados, quando o avião chegou em São Paulo, estava todo perfurado por
baixo:
Mais da metade das maiores cidades brasileiras que definiram
o vencedor no 1º turno será governada por prefeitos milionários.
Segundo levantamento do G1, dos 37 prefeitos já eleitos para
cidades com mais de 200 mil eleitores, 23 declararam ao TSE (Tribunal Superior
Eleitoral) patrimônio de R$ 1 milhão ou mais -- o Brasil tem 92 cidades com
população nessa casa.
O prefeito mais rico da lista é Vittorio Medioli (PHS), de
Betim (MG), que declarou bens no valor total de R$ 352.572.936,23. Em seguida
vêm o prefeito de São Paulo João Doria (PSDB), com R$ 179.765.700,69, e o
prefeito de Salvador (BA) ACM Neto (DEM), com R$ 27.886.721,62.
Além de São Paulo e Salvador, Natal e João Pessoa são as
outras capitais com prefeitos milionários. Já os prefeitos de Rio Branco,
Teresina e Boa Vista têm patrimônio abaixo de R$ 500 mil.
Os estados com mais milionários entre os prefeitos eleitos
para as maiores cidades brasileiras são São Paulo e Minas Gerais. Onze dos 23
são de municípios paulistas e quatro, de cidades mineiras.
O partido com mais prefeitos milionários da lista é o PSDB,
com dez dos 23.
2º turno
O número de prefeitos com patrimônio maior que R$ 1 milhão
certamente aumentará quando as urnas forem abertas para apurar o 2º turno.
Das 55 cidades em que haverá votação em 30 de outubro, 30
possuem, pelo menos, um milionário na disputa. Os mais endinheirados ainda na
disputa são Udo Dohler (PMDB), em Joinville (SC), com R$ 11.375.509,62; Dr.
Hildon (PSDB), em Porto Velho (RO), com R$ 11.261.219,90; Raul (PV), em Bauru
(SP), com R$ 5.501.714,06; e Sidnei Rocha (PSDB), em Franca (SP), com R$
4.731.357,23.
Em seis dessas cidades, os candidatos ainda no páreo pela
cadeira de prefeito são dois milionários. Ou seja, com certeza, ao fim da
eleição, serão, pelo menos, 29 os prefeitos com patrimônio superior a R$ 1
milhão.
Se todos os milionários na disputa se elegerem, o Brasil
terá 59 -- ou seja, mais da metade --, de suas grandes cidades governadas por
donos de contas bancárias com valores superiores a seis zeros.
Veja o resultado da apuração pelo Brasil. Veja também o
resultado por zona eleitoral.
Agora entendi um pouco melhor dois movimentos da Folha nos
últimos sete dias. Primeiro, o jornal publicou reportagem sobre si mesmo, se
autoelogiando, dizendo que faz "cobertura crítica" do governo Temer.
Segundo, publica matéria requentando notícia de maio deste ano, sobre decisão
do governo de suspender publicidade federal aos blogs, uma não-notícia bizarra,
pois não informa afinal que veículos receberam recursos durante esses primeiros
meses de governo Temer.
Então fui olhar com mais calma os números da Secom, fazendo
o seguinte comparativo: peguei as execuções contratuais (pagamentos
efetivamente realizados) neste quatro meses de "governo Temer", de
maio a agosto deste ano, e os comparei com os quatro meses de 2015.
Os pagamentos federais à Folha/UOL, nos quatro meses de maio
a agosto de 2016, foram 78% maiores que no mesmo período de 2015.
Apesar da grave crise fiscal, da recessão, da campanha da
mídia para o governo cortar gastos, o volume de recursos publicitários pagos
nos últimos meses já é quase 50% maior que o registrado em 2015.
A grande mídia começou a receber a propina oficial do
governo pelo apoio ao golpe, e a campanha contra os blogs é um preparativo para
neutralizar aqueles que podem denunciar a mamata.
É bom lembrar que o governo Temer só conseguiu sua
verdadeira "alforria" há pouco mais de um mês, quando o Senado
aprovou o afastamento definitivo da presidenta Dilma, e as execuções
contratuais espelham frequentemente contratos celebrados em período anterior.
O trem da alegria está apenas começando a pegar velocidade.
Mas já dá para ter uma ideia dos pixulecos a serem pagos à
mídia tradicional, em pagamento a uma
coberta bem ao contrário de "crítica" ao governo Temer. Na verdade, a
mídia, assim como durante o regime militar, dá sustentação ao golpe que ela
mesmo articulou.
A Globo não viu crise este ano em termos de publicidade
federal. De maio a agosto, as empresas da Globo receberam R$ 15,8 milhões de
repasses federais (sem contar as estatais!), 24% a mais que no ano anterior.
Enquanto os Marinho defendem o fim da aposentadoria rural, o
fim da gratuidade da universidade pública, o arrocho do salário mínimo, eles
arrancam mais e mais dinheiro do povo brasileiro. E olha que isso é só o
começo!
A Abril também começou a recuperar o terreno perdido. Nos
quatro meses de maio a agosto de 2015, o grupo que edita a Veja recebeu apenas
R$ 52 mil, valor que saltou para R$ 380,77 mil no mesmo período de 2016, um
crescimento de 624%!
A concentração dos recursos federais em mãos da Globo já era
uma realidade gritante antes do golpe, como se pode ver nos dados de 2015,
quando a Globo ficou com 31% de toda a publicidade federal sem as estatais.
É bom lembrar que estamos falando apenas da publicidade do
governo federal e seus ministérios. Se o Judiciário aceitar a liberação dos
dados das estatais, veremos que o trem da alegria para a mídia que apoiou o
golpe é bem maior.
Como disse ontem, abriu-se
hoje uma “vaquinha” para pagar os deslocamentos de Presidenta Dilma
Rousseff pelo país, combatendo o golpe.
O endereço está aqui: é simples e pode ser feito com o
cartão de crédito.
Não peço a ninguém para fazer o que eu não próprio faço:
contribuí com R$ 1 mil, parcelado em duas vezes, e mais porei se os anúncios do Google, os
únicos que tenho, ajudarem.
Eu, não o blog, para não misturar empresa e financiamento
político, porque para me colocar em encrenca o governo do seu Temer vai ter de
rebolar, simplesmente porque não me meto nelas.
Que cada um que desejar dê o que possa e se tiver de
cancelar sua contribuição para este blog, que cancele, estarei recompensado da
mesma forma.
Tem uma hora que a campanha começou, agora ao meio-dia e já
chegou a R$ 7 mil.
Cada real ali é uma bofetada no rosto de quem transformou a
sua interinidade num exercício de humilhação a quem teve o que ele não tem:
voto.
Posto, abaixo, o vídeo de Guiomar Lopes e Maria Celeste
Martins, duas mulheres de mais de 70 anos, companheiras de Dilma, um orgulho
envelhecer com dignidade e sem afrouxar o garrão, em que explicam porque
patrocinam a coleta.
Elas, melhor que eu, podem pedir sua contribuição.
Em mais uma operação cinematográfica, batizada de “Boca
Livre”, a Polícia Federal prendeu 14 pessoas na manhã desta terça-feira (28)
acusadas de desvio de recursos públicos através das isenções fiscais previstas
na Lei Rouanet. Segundo as investigações, o grupo mafioso atuou por quase 20
anos no Ministério da Cultura e conseguiu aprovar R$ 180 milhões em projetos
“culturais”. O desvio ocorria por meio de diversas fraudes, como
superfaturamento, apresentação de notas fiscais relativas a serviços e produtos
fictícios, projetos duplicados e contrapartidas ilícitas feitas às
incentivadoras. Entre os presos na Superintendência da PF em São Paulo, estão
os donos da produtora Bellini Cultural e o agente cultural Fábio Ralston.
Segundo relato do portal G1, do suspeitíssimo Grupo Globo,
“a Polícia Federal concluiu que diversos projetos de teatro itinerante voltados
para crianças e adolescentes carentes deixaram de ser executados, assim como
livros deixaram de ser doados a escolas e bibliotecas públicas. Os suspeitos usaram
o dinheiro público para fazer shows com artistas famosos em festas privadas
para grandes empresas, livros institucionais e até a festa de casamento de um
dos investigados na Praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis. Além das
14 prisões temporárias, 124 policiais federais cumpriram 37 mandados de busca e
apreensão, em sete cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília”.
Ainda de acordo com a reportagem, “entre os alvos da
operação, estão o Ministério da Cultura, o escritório Demarest Advogados, as
empresas Scania, Roldão, Intermédica Notre Dame, Laboratório Cristalia, KPMG,
Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil... Os presos devem responder
pelos crimes de organização criminosa, peculato, estelionato, crime contra a
ordem tributária e falsidade ideológica, cujas penas chegam a doze anos de
prisão”. O site explica que a Lei Rouanet foi criada em 1991, no governo
Fernando Collor, e permite a captação de recursos para projetos culturais por
meio de incentivos fiscais. “A lei permite que uma empresa destine parte do
dinheiro que iria gastar com impostos para financiar propostas aprovadas pelo
Ministério da Cultura”.
O produtor fascista e o Judas Temer
O portal do Grupo Globo não se preocupou em pesquisar a
história dos integrantes desta máfia. Já a revista Fórum foi atrás e descobriu
um caso bem curioso. “Júlio Plácido, sócio diretor da J2A Eventos, empresa
acusada pela Policia Federal de desviar verbas da Lei Rouanet para bancar
casamentos e festas privadas posta com frequência xingamentos e ofensas a
Dilma, Lula, ao prefeito Fernando Haddad e frequenta passeatas contra a
corrupção... Em alguns posts, Júlio Plácido pede para que Lula seja assassinado
e xinga a presidenta afastada de ‘vaca’... Um dos episódios que mais chamou a
atenção da PF foi o casamento de Felipe Amorim e Caroline Monteiro, organizado
pela empresa de Plácido, que aconteceu na luxuosa Jurerê Internacional em 22 de
abril deste ano”.
Há ainda muito mais coisa a se descobrir sobre os desvios
criminosos praticados através do uso ilícito da Lei Rouanet. A questão é se o
Ministério Público e a Polícia Federal irão investigar a fundo as mutretas, que
envolvem interesses poderosos. Como se sabe, a Globo é uma dos maiores
beneficiárias das isenções fiscais. Logo após o “golpe dos corruptos”, o
ministro interino da Cultura, indignado com os protestos do setor pelo “Fora
Temer”, anunciou que reavaliaria a legislação em vigor. Nas redes sociais, os
fascistas mirins acusaram os artistas contrários ao impeachment de Dilma de
“petralhas” que vivem da Lei Rouanet. No seu cinismo, o mafioso de Jurerê
Internacional talvez até tenha reforçado a mentira. Na sequência, porém, os
golpistas enterraram o assunto inflamável.
Milhões para a Fundação Roberto Marinho
Já o jornalista Kiko Nogueira, do blog Diário do Centro do
Mundo, foi atrás e descobriu que as isenções fiscais beneficiam principalmente
grandes empresas. O título da sua postagem é demolidor: “Globo captou, pela
Fundação Roberto Marinho, R$ 147 milhões na Lei Rouanet sob o PT”. Vale
conferir a reportagem:
A Globo, através da Fundação Roberto Marinho, captou R$ 147
858 580 desde 2003, primeiro ano do governo Lula, até 2015.
Os valores não foram atualizados.
A FRM foi criada nos anos 70 e é uma instituição privada,
teoricamente sem fins lucrativos, voltada, diz o site oficial, para “a educação
e o conhecimento”. Ela “se dedica à concepção e implementação de museus e
exposições”.
Entre outros projetos, estão sob seus cuidados o Museu do
Amanhã, o Museu de Arte do Rio, a nova sede do MIS no Rio e o Museu da Língua
Portuguesa.
O DCM teve acesso aos dados do Ministério da Cultura. A
fundação é apontada na linha dos “maiores proponentes”.
O ano em que mais se captou foi 2011: 35,2 milhões de reais.
A destinação era a revitalização da Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé,
o Paço do Frevo, o MIS e o Museus de Arte do Rio – Mar, todos no Rio de
Janeiro. O MIS, sozinho, abocanhou 20,7 milhões.
Refinando, chega-se aos “incentivadores”.
Quem mais doou, segundo a planilha, foi a Globosat, com 9,5
milhões, seguida da Globo Comunicações e Participações. A Infoglobo entra com
700 mil.
Grana para fundações é restituída no Imposto de Renda.
Quando a fundação é do próprio grupo, tem-se uma situação ganha-ganha. O
dinheiro sai do caixa da companhia, livre do fisco, e entra numa fundação que
lhe pertence. É quase lavagem. E é, em tese, legal.
Um ex-diretor do MinC ofereceu uma explicação sobre a
generosidade com a Globo na aprovação de projetos. “O MinC foi leniente na
gestão. Havia gente muito próxima do mercado em cargos chaves. Para se
legitimar no lugar de Gilberto Gil, o ex-ministro Juca Ferreira teve de fazer
várias concessões”, diz.
Ele continua: “As prestações de contas são frágeis. Não se
analisa nada direito. É uma festa.”
A Lei Rouanet financia boa parte dos institutos e fundações
privadas no país — do Itaú Cultural, passando pelo Alfa até o Instituto FHC. É
um cipoal de altos interesses.
No final de maio, o DEM entrou com um pedido de CPI, fruto
da histeria coletiva de uma direita lelé segundo a qual artistas petralhas
tinham ficado milionários com o incentivo. Assim que surgirem os verdadeiros
beneficiários e o partido descobrir que deu um tiro no pé, a comissão será
enterrada rapidamente.
Assim como ocorreu com a investigação da Polícia Federal dos
cem maiores captadores. Sergio Moro mandou anular o requerimento de um delegado
ao Ministério da Transparência. Segundo Moro, a apuração, “se pertinente”, deve
ser feita em um inquérito à parte na Lava Jato e com “objeto definido”.
A grana para o Rock in Rio
Será que a midiática Operação Boca Livre topa colocar a mão
neste vespeiro? Caso vá fundo nas investigações, outros casos sinistros devem
surgir. Segundo o Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic),
implantado pelo Ministério da Cultura, entre os anos de 1992 e 2011 foram
aprovados na Lei Rouanet 34.521 projetos, cujos valores de captação somados
totalizaram R$ 11,7 bilhões. É muito dinheiro! Com estes recursos, importantes
iniciativas artísticas foram patrocinadas, ajudando a valorizar a cultura
nacional. Elas merecem aplausos! Outras, porém, serviram apenas para encher os
bolsos dos oportunistas e dos magnatas do setor. No início de junho, a Folha
estampou no título: “Rock in Rio pede R$ 8,8 milhões via lei Rouanet para show
sem público”.
Segundo matéria de Rodolfo Viana, a empresa “Rock Word”,
produtora do Rock in Rio, encaminhou ao Ministério da Cultura o pedido de
isenção fiscal no valor total de R$ 8,8 milhões “para custear o Amazônia Live,
um show em um palco flutuante montado no rio Negro, em Manaus, agendado para
ocorrer em 27 de agosto. O evento será fechado a 200 jornalistas e formadores
de opinião, diz o texto do projeto. A assessoria da produtora, contudo,
ressalta em nota: o público poderá acompanhar, por telões espalhados por Manaus
e pela transmissão do Multishow [pertencente ao Grupo Globo], as apresentações
do tenor lírico Plácido Domingo ao lado da Orquestra Amazonas Filarmônica e do
Coral do Amazonas”.
A própria reportagem registra: “O caráter restritivo é
proibido pela lei Rouanet, que veda a concessão de incentivo a eventos que
estabeleçam limitações de acesso, lembra o advogado Fábio de Sá Cesnik,
presidente da Comissão de Mídia e Entretenimento do Instituto dos Advogados de
São Paulo e membro da Comissão de Direito às Artes da OAB-SP. ‘Mesmo com a
transmissão por telões e na TV, eles não poderiam criar restrição de acesso no
evento principal’, diz. ‘Se, no show, respeitassem a distribuição estipulada
pela lei [em que até 20% dos acessos podem ser destinados a patrocinadores e
ações de divulgação, reservando o restante ao público], não teria problema’”.
Será que a TV Globo fará algum escarcéu contra este projeto? Quanto ela iria
garfar em publicidade com a transmissão do “Amazônia Livre”?
STJ nega recurso do 'Japonês da Federal', citado em caso de
corrupção
Newton Ishii foi condenado na Operação Sucuri, mas recorreu.
Caso de 2003 ainda corre nas esferas criminal e
administrativa.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um recurso de
três réus da Operação Sucuri, deflagrada em 2003, contra 19 policiais federais,
além de agentes da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Um dos
envolvidos no caso é o agente Newton Hidenori Ishii, que ficou conhecido como
“Japonês da Federal”, ao aparecer constantemente escoltando presos da Operação
Lava Jato.
À época, as investigações mostraram que os agentes
facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em
Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.
Segundo o advogado Oswaldo Loureiro de Mello Júnior, que
defende Ishii e outros 14 réus, os processos decorrentes da Operação Sucuri
ainda estão correndo na Justiça e nenhum dos acusados cumpriu qualquer pena.
O caso, contudo, segue sob segredo de Justiça. Em 2009, o
juiz federal Pedro Carvalho Aguirre Filho, que coordenava os processos em Foz
do Iguaçu, emitiu uma nota esclarecendo apenas que os agentes federais
condenados haviam recebido penas que variavam entre oito anos, um mês e 20 dias de reclusão, além de 160
dias-multa a quatro anos e oito meses de reclusão e 100 dias-multa.
"Um denunciado do grupo de contrabandistas foi
absolvido de todas as acusações, bem como do grupo de servidores públicos
federais, réus nas ações penais decorrentes da Operação Sucuri, foram
absolvidos quatro Agentes de Polícia Federal e dois Técnicos da Receita
Federal", explicou Aguirre Filho, sem detalhar os nomes dos réus.
Na decisão do STJ, tomada pelo ministro Félix Fischer, há um
trecho que trata da redução de pena para quatro anos, dois meses e 21 dias de
prisão, em regime semiaberto e mais 95 dias-multa. Todavia, o texto do
magistrado não deixa claro sobre qual dos três apelantes terá a pena reduzida.
A defesa de Ishii diz que ele foi condenado apenas a pagar cestas básicas.
Japonês da Federal visita a Câmara e faz selfies com
deputados
Japonês da PF, conhecido pela Lava Jato, pede convocação de
agentes
PF abre inquérito para apurar vazamento da delação de
Cerveró
O advogado de Ishii garantiu que já recorreu da decisão, à
5ª Turma do STJ, já que a decisão contra os clientes foi monocrática. Ainda de
acordo com ele, há a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal,
caso continue com decisões desfavoráveis.
Ainda de acordo com o advogado que o defende, o
"Japonês da Federal” responde a três processos, derivados da Operação
Sucuri, sendo um na esfera criminal, outro administrativo e um terceiro por
improbidade administrativa. Todos estão em andamento. Fonte: G1
Invasão de uma plenária do PT no sindicato dos metalúrgicos
de Diadema nesta 6ª feira, 11/03, por destacamento da PM fortemente armado.
Ataques com pichações nas sedes da UNE e do PCdoB.
Ataques a sites progressistas, tirando-os do ar, a exemplo
do que ocorreu com a página de Carta Maior e do site Vermelho.org (do PCdoB)
desde a madrugada deste domingo estendendo-se ao longo de quase todo o dia.
Editoriais de órgãos de imprensa, a exemplo do Estadão,
mimetizando o ‘Basta’ do Correio da Manhã, de 31 de março de 1964.
Engajamento de entidades empresariais convocando marchas
pelo golpe nas grandes capitais do país neste domingo…
Manifestação monstro da classe média na Paulista, ocupada, segundo o Datafolha,
por 77% de brancos c/ curso superior, sendo 37% c/ renda acima de 10 salários,
incluindo-se 12% de empresários e apenas
5% de jovens com idade entre 21 e 25 anos, o que depõe contra a
liderança de Kim Catupiry...
Um clima predominante de ‘ que se vayan todos’, o bordão da
Argentina em 2001, transbordou do fermento golpista inoculado diuturnamente na
opinião pública pela mídia e o conservadorismo e revelou a meleca produzida
pela associação Moro & mídia.
A massa assim sovada voltou-se contra todos, inclusive os
pseudo savonarolas que pretendiam lidera-la. Alckmin e Aécio xingados de filhoda puta, ladrão etc tentaram faturar o ato e foram escorraçados da Paulista.
Serra ficou nas ruas laterais e fugiu depressa...
O relógio da história apertou o passo no Brasil.
Os ponteiros apontam para um golpe, tenha isso a forma que
tiver.
Moro ou Conserino, não importa o quão patético seja um e
bonapartista se avoque o outro: as disputas entre facções e centuriões para
saber quem arrebatará o troféu do butim – a cabeça de Lula e o mandato de
Dilma-- não mudam a qualidade do enredo.
Ingressamos em um período em que os fatos caminham à frente
das ideias.
De diferentes ângulos da economia e da democracia emergem
avisos de saturação estrutural.
Um ciclo de desenvolvimento se esgotou; outro precisa ser
construído. Quem o conduzirá: a democracia ou um regime de força?
O desgaste intrínseco a essa transição foi catalisado e
propositalmente radicalizado pela ação de um conservadorismo inconsolável com a
derrota de 2014 . Mas em certa medida também pelas hesitações, recuos e
equívocos de subestimação do governo diante da travessia que se desenhava
O conjunto acelerou o passo da história e conduziu ao
impasse em que chegamos.
Massas de interesses antagônicos transbordam agora pelos
anteparos que separam a democracia de uma regressão autoritária.
A indivisa conjunção entre justiça e política nas ações da
Lava Jato –com um Bonaparte incensado pela mídia-- reflete essa dissolução,
reafirmada nas palavras de ordem trazidas às ruas e nas manchetes sulforosos
deste domingo de março, 52 anos depois daquele de 1964.
Vive-se a antessala de uma nova ruptura, decorrente da
incapacidade da democracia brasileira para inaugurar um novo ciclo de
desenvolvimento.
A questão do desenvolvimento volta assim, a exemplo de 1954,
a ser encarada como uma questão de polícia.
Um segmento influente da sociedade –a classe média branca da
Paulista, deliberadamente entorpecido
pela emissão conservadora e pelos interesses que ela representa, quer ordem. Ou
o que isso realmente significa: privilégio e segurança, oferecidos por quem
puder dar.
Em 64 quem se ofereceu foi a farda e o choque elétrico.
As respostas progressistas que insistirem em ter como
referência o Brasil pactuado nas urnas de outubro de 2014 serão engolidas pelas
trincas dessa fissura em expansão.
Aquele Brasil não existe mais; embora os desafios sejam
qualitativamente os mesmos –a quantidade mudou a qualidade: as respostas terão
que ser repactuadas, se não pelo golpe (opção à Paulista), por uma reordenação
negociada.
Não é fácil: trata-se de
recuperar a credibilidade da democracia como mediadora confiável e
competente da sorte da sociedade e do destino do seu desenvolvimento.
Há pouco tempo e não se pode errar. É preciso falar uma
língua inteligível, com uma mensagem encorajadora e coesa. Esse é um requisito
para começar o jogo: redesenhar a
organização atomizada do campo progressista e aglutinar direções ainda
desprovidas de um comitê coordenador que se expresse de forma crível e
acessível.
Mas, sobretudo faze-lo a tempo de agir.
O timming é um dos protagonistas decisivos da crise. O que
hoje reverteria um golpe amanhã já pode ser obsoleto.
Os que ainda hesitam devem pesar o custo de sua
autopreservação na balança da história.
A troca do sectarismo por uma frente ampla progressista
mudaria a correlação de forças nas ruas.
Um comando unificado ampliaria a margem de manobra para
repactuar as bases do desenvolvimento, sem retrocesso democrático.
Egos e chiliques de quem se acha fadado à posteridade devem
ser contidos: trata-se do futuro da nação; de décadas talvez.
Afogar-se abraçado a esquematismos escravizantes será a
punição da história à inação radical.
Disputar a sorte do país com o golpe, porém, não significa
iludir a sociedade com a hipótese de
consensos entre interesses antagônicos.
Ao contrário, trata-se de resgatar o papel pedagógico da
democracia como mediadora dos conflitos do desenvolvimento. Ou isso, ou a
lógica do ‘que se vayam todos’predominará e um Bonaparte –fardado ou na versão
‘o Mercado’, vencerá.
Quando nenhum dos lados do conflito social dispõe de força e
consentimento para impor a sua hegemonia, a alternativa ao limbo corrosivo consiste
em trazer as pendências para uma mesa de repactuação da sociedade.
Apesar do alarido massacrante da mídia e da Paulista por
soluções autoritárias, ainda é disso que se trata.
Estamos falando de metas, salvaguardas e concessões
politicamente negociadas em grandes câmaras setoriais, com lideranças,
partidos, sindicatos e movimentos; que preservem direitos e hierarquizem
conquistas; que fixem compromissos para preços e salários; para o emprego e o
investimento; para o juro e o equilíbrio fiscal; para a produtividade e o PIB;
que estabeleçam parâmetros de curto, médio e longo prazo para a retomado do
investimento, do crédito e da infraestrutura, socializando macrodecisões, de
modo a assegurar um fôlego persistente à demanda agregada que alimenta o crescimento.
Estamos falando em retirar a sociedade brasileira da areia
movediça em que se encontra e para a qual não há alternativa na ‘ciência
econômica’ vendida pelos charlatões do mercado.
Ninguém tem tanto interesse nisso quanto as famílias
assalariadas e os milhões de brasileiros pobres que avançaram pela primeira vez
da soleira da porta para ingressar no mercado e na cidadania a partir de 2003.
A economia brasileira não tem problemas insolúveis.
Ao contrário, dispõe de alavancas potenciais –mercado
interno, pré-sal, agronegócio e fronteira de infraestrutura —para assegurar uma
reordenação bem sucedida de ciclo de crescimento.
Esta não ocorrerá, porém, espontaneamente ou pelo livre
curso do mercado.
É necessário um novo arcabouço político à altura das tarefas
postas pela transição em curso.
Duas ilusões devem ser afastadas nesse percurso.
Uma delas manifestou-se com força na avenida Paulista e em
outros pontos do país neste domingo, que alguns querem transformar em um
divisor de água superior aos 54,5 milhões de votos recebidos por Dilma em 2014.
Ou seja, a ilusão de que um novo 1964 pode ‘salvar o
Brasil’.
Ainda que um pedaço da mídia e das elites propugnem
o inaceitável como uma questão de ‘botar gente na rua’, o fato é que
inexistem as condições históricas para repetir um ciclo de expansão ancorado no
arrocho instituído após o golpe de 1964.
Da mesma forma, os desafios latejantes do país hoje não
serão equacionados por uma nova onda de privatizações ‘redentoras’, como querem
alguns expoentes do simplismo entreguista – a exemplo de Serra com o pré-sal.
Em 1964, a transição rural/urbana impulsionada pela ditadura
militar criou uma irrepetível válvula de escape para o regime e para as
contradições violentas de uma sociedade que já
não cabia mais no seu desenho elitista.
A modernização conservadora do campo implementada pelos
militares a ferro e fogo deslocou cerca de 30 milhões de pessoas do campo para
as periferias dos grandes centros urbanos em duas décadas.
Nenhum país rico concluiu essa transição em tão curto espaço
de tempo. A ditadura ganhou um trunfo não desprezível de mobilidade social para
os miseráveis, que amorteceu as tensões de sua política excludente. Mas gerou
um custo brutal, ainda não liquidado: semeou periferias conflagradas e cidades
sem cidadania, nem infraestrutura por todo o país..
Hoje o Brasil figura como a nação mais urbanizada entre os
gigantes do planeta, com 85% da população nas cidades.
As periferias estão saturadas; as cidades rugem por melhores
condições de vida; a carência de serviços de saúde, educação, transporte e
lazer catalisa a agenda do passo seguinte da nossa história.
O conjunto requer uma dinâmica de gastos fiscais e de ação
democrática do Estado incompatível com um regime semelhante ao que usou o êxodo
rural dos anos 60 para ‘modernizar’ e a tortura para calar.
Hoje não há fronteira geográfica ‘virgem’ para amortecer a
panela de pressão no interior do espaço urbano’. E tampouco no campo: a luta
pela reforma agrária agora terá que reinventar-se em torno da agroecologia para
simultaneamente produzir alimentos e cidadania e preservar os recursos que
formam a base da vida na terra. É ainda mais complexa que a mera realocação de
excedentes populacionais. Requer Estado e democracia com amplo debate social.
Uma ditadura de bolsonarosou moros não tem a sofisticação
que esse passo da história exige
Erra mais quem
imaginar que esse estirão pode ser
resolvido com a mera entrega do que sobrou do patrimônio público –a exemplo do
que seria o programa de um governo do PSDB, tolamente martelado pelo colunismoeconômico rastaquera.
Privatizações, na verdade, concentram ainda mais a renda;
definham adicionalmente o já enfraquecido poder indutor do Estado. Aprofundam o
oposto do que o país mais precisa hoje.
A fronteira que resta a desbravar é a do desenvolvimento
inclusivo –que
também requer um modelo distinto daquele seguido nos últimos
12 anos, esgotado.
A conjunção favorável de cotações recordes de commodities,
farta liquidez internacional e forte expansão do comércio, e câmbio valorizado,
não ressurgirá tão cedo.
Ela favoreceu um entroncamento de intensa circulação de
capitais na economia brasileira –parte especulativo-- que viabilizou a
redistribuição de um pedaço do fluxo novo dessa riqueza na forma de ganhos
reais de salários, políticas sociais emancipadoras, pleno emprego, crédito ao
consumo e maiores oportunidades à juventude.
O Brasil mudou para melhor mas a travessia ficou inconclusa
e manca: imaginou-se tragicamente que as gôndolas dos supermercados irradiariam
mudanças automáticas na correlação de forças, sem o necessário engajamento do
novo protagonista social.
Hoje, o fluxo novo de riqueza capaz de favorecer a conclusão
do processo nessa mesma direção é o
pré-sal.
A classe média da Paulista não sabe porque não é informada
pelos seus colunistas de estimação.
Mas é no fundo do mar que se encontra a brecha histórica
capaz de conduzi-la a viver um dia em uma sociedade mais segura, um país
educado e convergente --sem que para isso seja preciso uma revolução sangrenta,
ou um novo golpe de Estado.
Se o regime de partilha não for revogado, como quer Serra,
no médio e longo o Brasil terá condições de assegurar aos seus 204 milhões de
habitantes um padrão digno de saúde pública e uma educação gratuita de boa
qualidade, ademais de dispor de um derradeiro impulso industrializante para
sanar seu hiato de alta tecnologia, empregos de qualidade e competitividade
internacional.
As urgências do presente, porém, não podem esperar pelo
fluxo incremental da riqueza de longo prazo que esse horizonte promissor assegura
– e isso não é pouco em termos de margem de manobra numa repactuação. Mas o
fato é que a mitigação imediata da travessia inconclusa terá que ser contemplada pela taxação da
‘riqueza velha’: o patrimônio já sedimentado no alto da pirâmide de renda.
Os alvo são as grandes fortunas, os bancos, os dividendos,
os lucros financeiros, as remessas e demais ganhos de capitais.
Há opção a isso: o caos de um novo golpe.
A reedição de um novo ‘1964’ exigiria uma octanagem fascista
drasticamente superior à original, para prover o aparelho de Estado do poder de
coerção capaz de devolver a pasta de dente ao tubo.
Ou seja, comprimir o ensaio de mobilidade social do ciclo
petista de volta aos becos e barracos de periferias desprovidas de presente e
de futuro.
E é sob esse pano de fundo que –apesar do novo degrau
conservador escavado neste domingo-- a
participação de Lula em um ministério do governo Dilma mantém a sua pertinente
atualidade.
Não se trata de blindar o ex-presidente da matilha que o
enxerga como troféu de caça da grande obra morista.
Mas de blindar a nação de aventuras nefastas. E, sobretudo,
de devolver à negociação democrática o papel de parteira do novo ciclo de
crescimento com universalização de direitos que o caldeirão brasileiro requer.
Para isso é preciso mobilizar as forças e interesses que, a
contrapelo do fervor golpista, enxergam os riscos –mas também as oportunidades—
da encruzilhada atual.
Lula pode ser a peça-chave na construção desse pacto, desde
que à frente de um ministério que prefigure a pluralismo capaz de devolver à
sociedade o comando do seu destino.
Nunca é demais recordar, era assim que Celso Furtado
descrevia o sentido profundo da palavra desenvolvimento, indissociável –no seu
entender-- de democracia, soberania, engajamento e justiça social.
O resto é arrocho, recessão ou golpe –por mais que as
transmissões edulcoradas mitifiquem o que se passou nesse domingo na
Paulista.Essa é a escolha que país terá que fazer nos dias que rugem.
247 - O homem que aparece na foto-símbolo das manifestações
contra o governo neste domingo, tirada em Ipanema, no Rio de Janeiro, é Claudio
Pracownik, vice-presidente de finanças do Flamengo e sócio e diretor executivo do Brasil Plural
Banco Múltiplo S.A. e das demais empresas financeiras do grupo.
Pracownik também foi vice-presidente da Brasif, empresa que
bandou a jornalista Mirian Dutra, então amante do ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, no exterior
A foto se espalhou nas redes com críticas ao comportamento
do casal, que compareceu aos atos acompanhado da babá, que levava seus dois
filhos em carrinhos de bebê.
Em um post no Facebook, ele diz que paga seus impostos, não
recebeu favores de empreiteiras, ganha seu dinheiro honestamente e que emprega
"centenas de pessoas" em seu trabalho mais 4 funcionários em sua
casa. "Todos recebem em dia", afirma.
Abaixo, a íntegra de seu post: "Sí Pasarán!"
"Ganho meu dinheiro honestamente, meus bens estão em
meu nome, não recebi presentes de construtoras, pago impostos (não, propinas),
emprego centenas de pessoas no meu trabalho e na minha casa mais 04
funcionários. Todos recebem em dia. Todos têm carteira assinada e para todos eu
pago seus direitos sociais.
"Não faço mais do que a minha obrigação! Se todos
fizessem o mesmo, nosso país poderia estar em uma situação diferente
"A babá da foto, só trabalha aos finais de semana e
recebe a mais por isto. Na manifestação ela está usando sua roupa de trabalho e
com dignidade ganhando seu dinheiro.
"A profissão dela é regulamentada. Trata-se de uma
ótima funcionária de quem, a propósito, gostamos muito.
"Ela é, no entanto, livre para pedir demissão se achar
que prefere outra ocupação ou empregador. Não a trato como vítima, nem como se
fosse da minha família. Trato-a com o respeito e ofereço a dignidade que
qualquer trabalhador faz jus.
"Sinto-me feliz em gerar empregos em um país que,
graças a incapacidade de seus governantes, sua classe política e de toda uma
cultura baseada na corrupção vive uma de suas piores crises econômicas do
século.
PUBLICIDADE
"Triste, só me sinto quando percebo a limitação da
minha privacidade em detrimento de um pensamento mesquinho, limitado, parcial
cujo único objetivo é servir de factoide diversionista da fática e intolerável
situação que vivemos.
"Para estas pessoas que julgam outras que sequer
conhecem com base em um fotografia distante, entrego apenas a minha esperança
que um novo país, traga uma nova visão para a nossa gente. Uma visão sem
preconceitos, sem extremismos e unitária.
"O ódio? A revolta? Estas, deixo para eles."
EM NOTA, NEGROS PROTESTAM CONTRA ONDA CONSERVADORA
247 – Os principais movimentos negros do País divulgaram
nota, neste domingo, em que protestam contra a onda conservadora no País. Leia,
abaixo, a íntegra:
Negras e negros se colocam contra a crise e a onda de
conservadorismo que quer acabar com as conquistas sociais dos trabalhadores e
trabalhadoras do Brasil.
Diante da ofensiva das forças conservadoras e de direita em
curso no Brasil, a CONEN participa e investe nas articulações dos partidos,
movimentos populares do campo e da cidade, centrais sindicais, LGBT, de
juventude, de mulheres, na construção de frentes de luta contra a direita, por
mais direitos, pela superação das desigualdades e pela democracia.
É com esse objetivo que a CONEN - Coordenação Nacional de
Entidades Negras tem contribuído, de forma prioritária, na criação da
"Convergências da luta de combate ao racismo no Brasil" que unifica a
maioria da entidades do movimento negro brasileiro (declaração em anexo) e
assina a nota pública que encaminhamos em anexo. Solicitamos que essa nota seja
divulgada amplamente.
Importante: a CONEN integra a Secretaria Operativa da Frente
Brasil Popular. Para mais informações sobre a: Frente Brasil Popular.
Os escravocratas são gratos pelo regresso da senzala
O site da Condor encontra-se sem atualização desde 2013 Boicotem os partidos que lucram com a violência, eles deixam
isso bem claro em suas campanhas, lidam apenas com o ódio e medo porque não
possuem projetos, ao menos os que poderiam apresentar à população.
O PL 4.471/2012já entrou e saiu da pauta do Congresso
diversas vezes. Há resistências em alguns partidos, como PSDB, PTB e PMDB –
legenda do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que já se comprometeu
com os movimentos de direitos humanos a colocar o projeto em votação por pelo
menos três vezes.
O regresso da casa grande. Mãos ao auto Lula! Os provincianos reivindicam seus escravos de volta.
❝Não há fronteiras nesta luta demorte, nem vamos permanecer indiferentes perante o que aconteça em qualquer
parte do mundo. A vitória nossa ou a derrota de qualquer nação do mundo, é a
derrota de todos.❞ Ernesto Che Guevara
Pavarotti, Domingo & Carreras cantando Aquarela do
Brasil (Ary Barroso).Regência: Maestro Zubin Mehta
Contra tudo e contra todos, Luiz Inácio Lula da Silva irá mudar os livros de história que o reconhecerá mais cedo ou mais tarde como omaior herói da Republica Federativa do Brasil.